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2023.11.29 07:32 Ernesto-it ūüďĆ Vallotto ha richiesto preventivi per fabbri e costruttori di cancelli casa fabbro installazione sostituzione cancello a Campo Tures Bolzano Bozen BZ

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2023.11.29 05:35 Wonderful_y Minha experiência de quase prostituta

Hoje, sem d√ļvidas, foi um dos piores dias da minha vida. Estamos passando por uma situa√ß√£o dif√≠cil aqui em casa , tipo amanh√£ eu nem sei o que vamos comer. Moro com a minha m√£e que recebe um aux√≠lio doen√ßa e eu sempre sobrevivi de bolsas da faculdade mas n consegui esse per√≠odo (longa hist√≥ria) , estou atr√°s de um trabalho mas nada at√© agora. Ent√£o, por necessidade mesmo, eu resolvi aceitar o convite de um cara , negociamos e ele aceitou ficar somente no oral, ele iria me pagar 200 reais. Eu fui me encontrar com ele hj, e no decorrer do caminho j√° me senti mal comigo mesma, estava nervosa e desconfort√°vel, quase n nos falamos. Ele me levou pra um motel e pqp o cara queria que eu fizesse sem preservativo e n faz mt tempo que ele fez uma cirurgia de fimose. Gente, s√©rio, eu at√© pensei em fazer mas n√£o consegui por nojo mesmo e pq j√° estava me sentindo mal com tudo aquilo. Disse que n√£o ia rolar e pedi pra ir embora. Na volta pra minha casa a √ļnica coisa que eu pensei √© que eu VOU ME MATAR de estudar pra ter uma vida melhor e nunca mais precisar me submeter a uma situa√ß√£o parecida. E pra mim √© muito louco pensar que tem gente que nunca vai se preocupar com dinheiro , pra algumas pessoas 200 reais n√£o √© nada, mas pra mim seria a garantia de ter comida na mesa por mais uns dias. Respeito as mulheres do ramo , mas realmente isso n √© pra mim. Vejo as minhas amigas saindo com esses caras por grana, mas a que custo ? Elas ficam sonhando de um dia casar com um deles e ter uma vida melhor. Por√©m, eu sei que isso √© dif√≠cil de acontecer .... aconteceu com uma amiga nossa, mas o casamento dela √© ruim e ela tem que aturar at√© trai√ß√£o. N√£o estou generalizando a situa√ß√£o, n√©. Bom, eu sei que eu n√£o vou esperar nada de ningu√©m e vou focar em ter uma vida melhor, a minha independ√™ncia financeira etc √Č isso , s√≥ precisava desabafar.
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2023.11.28 23:48 Nathaliascheifler Estou no pior momento da minha vida

 Vamos l√° contextualizar a situa√ß√£o (porque s√£o v√°rias kk). Eu tenho 21 anos e me formo agr em dezembro no curso t√©cnico de edifica√ß√Ķes de um instituto federal que fiz junto com o ensino m√©dio no mesmo local. De 2019 (ano que eu ingressei) at√© o inicio desse ano eu tinha certeza que queria fazer arquitetura depois do t√©cnico, mas esse ano a vida foi bem turbulenta e me sinto justamente naquela famosa "crise dos 20" onde as incertezas sobre meu futuro batem a porta. Porque? Bom, meus pais s√£o donos h√° 15 anos de uma empresa pequena de brindes e do ano passo para esse ela cresceu bastante, chegando a faturar 1 milh√£o por ano (at√© o momento). Pessoas ao meu redor desde o inicio desse ano come√ßaram a me questionar porque n√£o seguir com a empresa e assumir este ""imp√©rio"". Paralelo a isso o comecei a trabalhar na √°rea de constru√ß√£o civil e aquela sensa√ß√£o de se ferrar trabalhando pra ganhar 600 reais ao m√™s e escutar tantos relatos de precariza√ß√£o e explora√ß√£o do trabalho come√ßaram a me questionar porque pelo menos n√£o tentar. Isso me consumiu durante boa parte desse ano, at√© que agora em outubro minha m√£e (a principal gestora da empresa e respons√°vel por todo o comercial da empresa) foi diagnosticada com leucemia grave, ela precisa se ausentar e est√° pedindo para que eu assuma e eu quero isso. Contudo eu me encontro no pior momento da minha vida, porque al√©m de estar nessa maldita "crise dos 20", eu tamb√©m estou apavorada em perder minha m√£e (meu porto seguro e melhor amiga), triste demais em ver ela adoecendo e internada em um hospital, estagiando na √°rea de constru√ß√£o civil pela manh√£ e tendo que lidar com a inseguran√ßa de n√£o ser t√£o boa para √°rea/ n√£o ganhar o suficiente, assumir as contas da casa j√° que agora eu assumi a frente da empresa e se n√£o bastasse tudo isso, aprender a Gerir, capital cliente, organizar e lidar com uma empresa "sozinha" (minha m√£e tenta me dar o maior suporte mesmo com as limita√ß√Ķes e sa√ļde abalada). Em resumo, eu to no pior momento da minha vida disparado, diversas responsabilidades, press√Ķes, inseguran√ßas e medo de v√°rios campos da minha vida de uma vez s√≥. 
P.s: meu pai √© um p√©ssimo gestor, todas as vezes que ele tomou a frente fez quase a empresa falir, por isso a √ļnica que poderia tomar a frente √© eu (mesmo sem ter experi√™ncia),pois ele √© grosso com cliete, ver dificuldade em tudo e n√£o √© criativo ( algo necess√°rio para √°rea de brindes).
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2023.11.28 22:41 Alukardtj12 Necesito consejo no se a donde voy y no que hacer .

Actualmente tengo 26 √°√Īos falta un mes para cumplir 27 anos ,nunca he tenido novia , pero tenido mucho sexo con prostitutas no se si este bien o mal(soy un promiscuo la verdad me encata el sexo), soy ingeniero civil y tambi√©n tengo una maestr√≠a en finanzas, por naturaleza soy muy melanc√≥lico me tiendo a salir a caminar solo o encerrarme en mi cuarto ya sea para ver videos de la computadora o dormir hay d√≠as que siento que se repiten y me agobian , siento que quiero todo y r√°pido y me frustro si no salen las cosas como quiero , estaba saliendo con una chica que me uso y a la semana siguiente se fue con otro , econ√≥micamente vivo bien no es que sea rico pero tengo un fideicomiso que me dej√≥ mi pap√° y adem√°s lo de mi mama la cu√°l ya hizo su testamento , siento que apesar de tener cosas materiales me sie to perdido me siento como Bill Murray en la pel√≠cula de lost in translation , me doy cuenta de la naturaleza humana de que adentro del ser humano existe el ego y el amor , que a veces nos hacen da√Īo las persona que amamos y aveces tambi√©n lastimamos a los que amamos conciente e iconcientemente , ya he ido a terapia y he buscado dios y si me ha servido a cierto nivel pero tambien siento que yo tengo la mayor responsabilidad de forjar mi destino pero a veces la ansiedad social y sentirse que se me va el tiempo me agobian ¬ŅNo se a donde voy ?¬ŅQuisiera volver a ser feliz o no ser feliz siemplemente en no pensar en los errores que he cometido , las decepciones amorosas , familiares y en la incertidumbre del futuro? Que me recomiendan a hacer , por cierto tengo el h√°bito de ejercitarme y comer bien pero a√ļn as√≠ ,siento que me falta algo m√°s.
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2023.11.28 22:38 altovaliriano Outline dissecado: Daenerys (01/13)

Outline dissecado: Daenerys (01/13)
Estou fazendo esta s√©rie de posts divididos em 13 partes, uma para cada personagem nas anota√ß√Ķes de George no outline revelado recentemente. Gostaria da ajuda de todos voc√™s com isso aqui.
Em relação aos apontamentos de Daenerys temos uma anotação em duas partes:
Página 1 - Anotação no bloco de notas (pós Outubro de 2003)
Página 3 - Anotação na folha separada (por volta de Janeiro de 2004)
A primeira anotação parece um monte de lembretes de eventos e palavras que sairiam da boca de Daenerys. O segundo parece uma anotação do ponto final da história dela naquele livro ("casamento dela") seguido de uma lista organizada cronologicamente dos eventos do livro.
Ano passado u/gsteff foi ao arquivo de George na biblioteca Cushion (link do post) e listou os 3 drafts de Festim dos Corvos em uma lista de capítulos e seus correspondentes no livros publicados (link do Google Planilhas).
Capítulos do rascunho e suas equivalências
Os quatro cap√≠tulos Daenerys escritos at√© aquele momento tinha o seguinte conte√ļdo (revelados por gsteff):
  • Cap√≠tulo 1: Praticamente a mesma coisa que ADWD, Daenerys I. Filhos da Harpia.
  • Cap√≠tulo 2: Mistura de ADWD, Daenerys II com IX. Visita Rhaegal e Viserion. Conversa com Barristan sobre a fuga dele de Porto Real. Desce da pir√Ęmide e participa da reabertura da Arena de Daznak. Di√°logos com Hizdhar foram colocados na boca do senescal Reznak. Gafanhotos n√£o estavam envenenados, ningu√©m a incentiva a com√™-los. Drogon aparece e causa confus√£o e morte. Por√©m, leva Daenerys de volta pra Grande Pir√Ęmide em vez de para o Mar Dothraki.
  • Cap√≠tulo 3: Muito parecido com ADWD, Daenerys III. Xaro Xoan Daxos a visita, mas h√° uma altera√ß√£o. Daenerys finge normalidade no que aconteceu na Arena, mas em pensamento revela medo de Drogon. Sonha com Daario fodendo-a (em vez de com Hizdahr, que s√≥ vai se tornar um pretendente no cap√≠tulo 4) e ele t√° com l√°bios azuis e p√™nis g√©lido (como nos livros). Tamb√©m h√° a mudan√ßa na famosa profecia de Quaithe (que foi movida para ADWD, Daenerys II). No rascunho, o n√ļcleo Greyjoy que estava vindo era "Corvo e Lula Gigante" (Euron e Victarion), mas foi mudado para "Lula gigante e Chama negra" (Victarion e Moqorro).
  • Cap√≠tulo 4: Parece com ADWD, Daenerys V e partes do VI. Conversa com a Gra√ßa Verde sobre casar com Hizdahr. A diferen√ßa principal √© que, em vez de pedir 90 dias de paz, fala em pedir 3 presentes a Hizdahr. O primeiro √© a paz com os Filhos da Harpia, mas n√£o diz quais s√£o os outros. Em uma conversa com Missandei, afirma que o segundo presente seria afundar a frota Qartena e mandar todo mundo embora. O terceiro ela brinca com 3 op√ß√Ķes praticamente imposs√≠veis: pedir que ele lhe d√™ o trono de Westeros, que v√° a Val√≠ria trazer tomos e espadas m√°gicas, ou que ele consiga montar um drag√£o.
  • Quentyn n√£o √© mencionado em nenhum dos cap√≠tulos do manuscrito, completos ou parciais.
Com todas essas peça alinhadas, parece que George estava colocando o pensamento do casamento com Hizdhar na cabeça de Daenerys para simplesmente convertê-lo para um casamento com Euron. O manuscrito dos capítulos de Victarion revelam que Euron iria seguir com Vic para Meereen, mas que Vic morreria, deixando o caminho livre para Euron alcançar Dany.
E as exigências que ela estava preparando para se casar com Hizdhar se encaixavam perfeitamente com tudo que Euron afirma ter realizado ou seria capaz de conseguir, até mesmo as consideradas impossíveis:
  1. Se livrar dos inimigos de Dany
  2. Trono de Westeros
  3. Trazer relíquias de Valíria
  4. Montar um drag√£o (Euron j√° tinha o berrante no rascunho)
Assim, eu proponho que a decodifica√ß√£o das anota√ß√Ķes de George com rela√ß√£o a Daenerys seja a seguinte:

Significados - P√°gina 1

  • Finja que √© um cavalo - Daenerys est√° fazendo a visita a Viserion e Rhaegal, que est√£o se comportando agressivamente. Daenerys estabelece este tipo de mentalidade para n√£o demonstrar medo. Isso √© uma prepara√ß√£o importante para o confronto com Drogon. No encontro com Xaro, ela mente que est√° tudo sobre controle, mas nos pensamento revela ter sentido medo. Ent√£o, se ela n√£o tivesse estabelecido a postura de enfrentamento com os drag√Ķes que estavam presos, o medo poderia paralis√°-la quando enfrentasse Drogon em campo aberto.
  • Confronto na Arena - Obviamente, a apari√ß√£o de Drogon. Mas tamb√©m √© um confronto de Drogon contra inimigos ocultos de Daenerys. O drag√£o a tira dali, onde estava vulner√°vel e a devolve √† prote√ß√£o da Pir√Ęmide. Isso ter acontecido t√£o cedo revela que o casamento com Euron era o foco.
  • Sem [casamento?] - Cidade - Isto possivelmente √© uma refer√™ncia a Daenerys atrasando o casamento com Hizdahr. A segunda parte, da cidade, me parece ser uma refer√™ncia a uma passagem em que Daenerys olha para a cidade Meereen √† noite e pensa sobre o amor. Na cena, ela reflete "eu do sangue de drag√£o [...] E quem ousaria amar um drag√£o?". Esta passagem est√° tanto no manuscrito quanto no 5¬ļ livro. Martin mudou essa cena de cap√≠tulo e at√© de contexto, mas a manteve mesmo assim. Ent√£o parece que √© um ponto que ele julga importante. Esse desamparo pode ser a fonte de virada para seu lado "Fogo & Sangue".
  • Cena de batalha - Possivelmente √© o cl√≠max, o que hoje chamamos de a Batalha de Fogo, que est√° sendo travada por Barristan, Victarion e Tyrion. Daenerys iria enfrentar seus inimigos em campo aberto, possivelmente com Euron chegando e Tyrion aparecendo. os drag√Ķes seriam soltos e Euron seria capaz de domar um de seus drag√Ķes.
  • "Eu estou indo para casa" - Seria a decis√£o final de Daenerys ap√≥s enfrentar os inimigos. Provavelmente seria cortejada por Euron (mais sobre isso no t√≥pico abaixo).
  • 1 cap√≠tulo - Martin escreve isso √† direita e circulado. Ent√£o √© algo externo √† lista. Eu imagino que significa que Martin pensa em escrever 1 cap√≠tulo para cada linha dessas. Isso √© uma importante diferencia√ß√£o dos outros personagens, que tem v√°rias linhas escritas sobre um mesmo cap√≠tulo (vide Cersei, o Pr√≥logo na Cidadela, etc).

Significados - P√°gina 3

  • Casamento dela - Na p√°gina 3, a primeira linha de todos os personagens refletem o ponto de chegada de sua hist√≥ria naquele livro. Ent√£o, o ponto de chegada da hist√≥ria de Dany √© um casamento. Como ele est√° atrasando o casamento com Hizdahr, Euron vem para casar com ela, as exig√™ncias que Dany faz a Hizdahr se encaixam perfeitamente em Euron, e Euron s√≥ chegaria no final do arco dela, ent√£o provavelmente a hist√≥ria de Dany s√≥ terminaria com ela casando-se com Euron.
  • 1 - Queda de Astapor - A hist√≥ria come√ßa com Dany tendo problemas para governar, mas n√£o √© nada que ameace totalmente seu reinado. A queda de Astapor √© uma mudan√ßa. A partir da√≠, ela sabe que as coisas tem que mudar. Na narrativa, √© a introdu√ß√£o (1¬™ ato) e o ponto de virada.
  • 2 - Cerco de Meereen - Fluxo Sangrento - Aqui √© Martin estabelecendo como √© que as coisas v√£o piorando. Na narrativa, √© o desenvolvimento, o 2¬™ ato.
  • 3 - Cl√≠max - Drag√Ķes soltos - Martin literalmente chama de cl√≠max, que √© o nome dado ao ponto de virada entre o 2¬ļ e 3¬ļ ato de uma narrativa.
  • 4 - Casamento - No post sobre o manuscrito na biblioteca Cushion, gsteff apostava que haveria um casamento no final do arco de Dany neste livro, mas achava que era com Hizdahr. Eu acho que √© com Euron. Este quarto ponto, em narrativas, corresponderia √† conclus√£o, desfecho.

Gostaria de ouvir as opini√Ķes de voc√™s.
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2023.11.28 21:43 Vero_vero13 Qué debería hacer si una empresa me estafa?

Advertencia: Mucho texto! Realmente no sab√≠a a d√≥nde ir para sacarme esto del pecho, pero repentinamente recib√≠ una notificaci√≥n de Reddit, entonces pens√© que ser√≠a la mejor opci√≥n. Decid√≠ no publicar en mi cuenta original porque, m√°s que evitar que los protagonistas de esta historia sepan qui√©n soy, no quer√≠a que conocidos reconocieran mi nombre y se preocuparan. Soy una redactora venezolana (25 a√Īos) que ha estado en este campo por m√°s de cinco a√Īos, y lo crean o no, ¬°Realmente disfruto lo que hago! Estuve en otros trabajos anteriormente, en los que no me fue muy bien e incluso me acosaron sexualmente. Al volverme independiente y trabajar desde casa como redactora, se abrieron muchas puertas y me siento c√≥moda con lo que hago. Hace aproximadamente un a√Īo y medio, una Florister√≠a de Espa√Īa me contacto interesada en mis servicios y, aunque el pago no era mucho, era un trabajo constante y me ayudaba a tener un dinero extra. Pens√© en no publicar su nombre, pero si a ellos no les importo mi estabilidad financiera, a mi tampoco me importar√° su privacidad. Se llama Florister√≠a Tanatorio. Siendo sincera, todo estuvo bien durante el tiempo que estuve con ellos, pero hace un mes, me dijeron que no ten√≠an m√°s trabajo para darme. Yo estuve bien con eso, a veces los trabajos finalizan repentinamente, y m√°s cuando eres freelance. Decid√≠ terminar lo que ten√≠a pendiente con ellos, darnos la mano (virtualmente) y finalizar nuestro acuerdo. ¬ŅQu√© paso? Bueno, termine el trabajo y lo env√≠e. Ellos lo recibieron, pero la persona con la que ten√≠a contacto, no me respondi√≥. Mejor dicho, la misma empresa me reenv√≠o un mensaje autom√°tico diciendo que ese correo estaba inhabilitado. Yo extra√Īada, decid√≠ esperar unos cuantos d√≠as m√°s. En mi tonta cabeza pens√©: "Bueno, quiz√°s como est√°n cerrando los art√≠culos, tenga que esperar un poco para recibir el pago". Sin embargo, lleg√≥ el 10 de noviembre, m√°s de 5 d√≠as tarde (usualmente me pagan entre 1 y 5), y nada paso. Realmente me asust√© y, quiz√°s estuve mal aqu√≠, pero decid√≠ escribir por Whatsapp al √ļnico n√ļmero disponible que ten√≠a de ellos, y que la misma empresa me di√≥, el jefe. Al principio quise verificar que fuera la persona (aunque en su perfil se ve√≠a que trabaja para la empresa) , as√≠ que solo envi√© un mensaje present√°ndome y preguntando por el susodicho. Me confirm√≥ que era la persona y decid√≠ explicar mi situaci√≥n. "hey, no puedo contactar con X persona, pero no he recibido el pago"; nada muy agresivo, ya que segu√≠a pensando que quiz√°s hubo un inconveniente o que el pago estaba retrasado (¬°Tonta de mi!). No obtuve respuesta ese d√≠a. Al siguiente, pregunt√© si hab√≠a le√≠do el mensaje, a lo que est√° persona decidi√≥ responderme "Este es un n√ļmero privado, no se qui√©n te lo di√≥, pero no escribas m√°s" (no tengo el mensaje a la mano, pero eso fue lo que m√°s o menos me dijo). De inmediato, algo se rompi√≥ en mi cabeza, y me di cuenta que est√° persona me bloquear√≠a. Me disculp√© r√°pidamente, pero le expliqu√© que era el √ļnico n√ļmero disponible que ten√≠a y realmente no sab√≠a c√≥mo m√°s contactarme. Dicho y hecho, me bloque√≥. Desde entonces, no he recibido ninguna respuesta y, por esa raz√≥n, decid√≠ preguntar por aqu√≠ que hacer. No saben cu√°nto he llorado desde entonces. Y simplemente me tiene muy mal. Soy una persona ansiosa y depresiva, entonces toda esta situaci√≥n me dejado en el suelo. Yo trabaj√© honestamente y, a√ļn as√≠, este grupo de personas me da√Īaron. Quiz√°s para ellos no es mucho, despu√©s de todo, el total ronda a los 130 d√≥lares, pero ustedes saben c√≥mo est√° la situaci√≥n en Venezuela. Para lo que ellos no es nada, para m√≠ es mi es un sustento. El karma existe y quiz√°s ellos paguen alg√ļn d√≠a, pero ¬ŅPor qu√© yo debo salir afectada?
Lamento haber escrito un cuento tan largo, pero gracias por darme un minuto para desahogarme :)
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2023.11.28 21:02 jellyfishezie Qu√£o Populares s√£o os Jogos de Apostas no Brasil?

Qu√£o Populares s√£o os Jogos de Apostas no Brasil?
Os jogos de apostas t√™m uma longa hist√≥ria de entretenimento e, em alguns casos, de potencial lucro em todo o mundo ‚Äď e isso inclui os famosos jogos de loterias europeus com pr√™mios milion√°rios e os cassinos reluzentes em Las Vegas.
No Brasil, a rela√ß√£o dos brasileiros com os jogos de apostas passou por uma jornada complexa ao longo das d√©cadas, marcada por mudan√ßas nas regulamenta√ß√Ķes e na percep√ß√£o p√ļblica.
Desde a proibi√ß√£o de cassinos em 1946 at√© as mais recentes regulamenta√ß√Ķes que abriram espa√ßo para diferentes formas de apostas, o cen√°rio dos jogos de apostas no Brasil √© um reflexo da evolu√ß√£o da sociedade e da legisla√ß√£o.

A Evolu√ß√£o das Regulamenta√ß√Ķes no Brasil

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A história dos jogos de apostas no Brasil é uma narrativa de altos e baixos regulatórios. Durante grande parte do século XX, o Brasil proibiu e restringiu severamente as atividades de jogos de apostas.
Em 1946, o ent√£o presidente Eurico Gaspar Dutra assinou o Decreto-Lei n¬ļ 9.215, que proibia cassinos e jogos de azar em todo o pa√≠s. Esse marco colocou um ponto final na era de ouro dos cassinos no Brasil, que atra√≠a personalidades internacionais e artistas famosos para o pa√≠s.
Por muitas d√©cadas, as proibi√ß√Ķes vigoraram, criando um mercado negro e impulsionando o crescimento de atividades clandestinas de jogos de apostas. O melhor exemplo desse movimento paralelo que ocorreu durante o per√≠odo √© o ‚ÄúJogo do Bicho‚ÄĚ.
No entanto, ao longo dos anos, a percep√ß√£o sobre os jogos de apostas come√ßou a mudar, e a necessidade de regulamenta√ß√Ķes mais abrangentes se tornou evidente. Isso levou a discuss√Ķes e movimentos para modernizar as leis que regulamentam os jogos de azar no Brasil, resultando em mudan√ßas significativas no cen√°rio das apostas.
As regulamenta√ß√Ķes mais recentes permitiram a introdu√ß√£o de formas legais de apostas, como as apostas esportivas, abrindo espa√ßo para a ind√ļstria prosperar e atrair uma nova gera√ß√£o de apostadores.
Essa evolu√ß√£o nas regulamenta√ß√Ķes representa um marco importante na hist√≥ria dos jogos de apostas no Brasil, moldando o atual cen√°rio e atraindo um interesse crescente por parte do p√ļblico.

A Ascens√£o das Apostas Esportivas

A popularidade das apostas esportivas no Brasil tem experimentado um crescimento not√°vel nos √ļltimos anos. Em um pa√≠s onde o futebol √© uma paix√£o nacional, n√£o √© surpresa que as apostas em eventos esportivos tenham ganhado um lugar de destaque.
A disponibilidade de plataformas de apostas online e a regulamentação que tornou legal esse tipo de aposta têm contribuído para a ascensão desse segmento.
A possibilidade de apostar em competi√ß√Ķes locais, como o Campeonato Brasileiro, ou eventos internacionais, como a Copa do Mundo, atra√≠ram a aten√ß√£o de entusiastas do esporte e daqueles que veem nas apostas esportivas uma oportunidade de divers√£o e lucro.
A combinação de um grande mercado esportivo com a conveniência das apostas online tem sido um fator-chave na popularização das apostas esportivas no Brasil.
As casas de apostas estão no coração do futebol brasileiro, registrando um crescimento significativo desde o seu lançamento em dezembro de 2018. Em 2023, 19 dos 20 clubes que disputam a Série A do Brasileirão possuem acordos com empresas de apostas.
Um levantamento realizado pela Datahub, plataforma que trabalha com big data e analytics, apontou que o mercado de apostas online cresceu 360% em solo brasileiro durante o período de 2022 e 2022.
Esse dado é muito parecido com os dados apresentados pela Máquina do Esporte, em levantamento que mostrou um total de 191 operadores explorando a atividade, com plataforma em português e aceitando apostas de brasileiros com métodos de pagamento populares, como PIX e boleto bancário.

Cassinos Online, Jogos de Azar e Criptomoedas

Os cassinos online e jogos de azar também têm conquistado seu espaço no cenário dos jogos de apostas no Brasil.
Embora a regulamenta√ß√£o nesse campo ainda seja complexa e varia de estado para estado, os entusiastas de jogos de mesa, ca√ßa-n√≠queis e outras modalidades de cassino encontram op√ß√Ķes de entretenimento online que antes eram inacess√≠veis.
As plataformas de cassino online oferecem uma ampla variedade de jogos, desde roleta e blackjack at√© m√°quinas ca√ßa-n√≠queis tem√°ticas. A facilidade de acesso a esses jogos e a capacidade de jogar a qualquer momento do dia ou da noite contribu√≠ram para o crescimento dessa ind√ļstria.
As criptomoedas tamb√©m t√™m desempenhado um papel crescente no cen√°rio das apostas no Brasil. Atrav√©s do uso de moedas digitais como o Bitcoin e Ethereum, os apostadores encontram uma alternativa eficaz para efetuar transa√ß√Ķes em sites de jogos de apostas.
A atratividade das criptomoedas reside na sua natureza descentralizada e na criptografia, que oferece um alto n√≠vel de seguran√ßa e anonimato nas transa√ß√Ķes. Al√©m disso, as criptomoedas permitem a realiza√ß√£o de transa√ß√Ķes internacionais sem as taxas e restri√ß√Ķes banc√°rias associadas √†s moedas tradicionais.
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Desafios e Controvérsias

Embora os jogos de apostas no Brasil tenham experimentado uma ascensão notável, não estão isentos de desafios e controvérsias. A regulamentação ainda é um processo em desenvolvimento, com diferentes entes políticos abordando o assunto de maneira diversa.
Quest√Ķes relacionadas ao v√≠cio em jogos de azar e √† prote√ß√£o dos jogadores s√£o fontes de preocupa√ß√£o. Al√©m disso, a aus√™ncia de regulamenta√ß√Ķes claras em algumas √°reas abre espa√ßo para a opera√ß√£o de sites de jogos de apostas ilegais, representando um risco tanto para os jogadores quanto para a integridade do mercado.
A fiscaliza√ß√£o e regulamenta√ß√£o adequadas s√£o fundamentais para garantir a seguran√ßa e a transpar√™ncia nesse setor em crescimento. Al√©m disso, a quest√£o econ√īmica tamb√©m √© relevante, j√° que a tributa√ß√£o e a distribui√ß√£o de receitas geradas pelas apostas continuam sendo um t√≥pico de discuss√£o comum entre os governantes.
Em resumo, a popularidade dos jogos de apostas no Brasil √© ineg√°vel, impulsionada por uma combina√ß√£o de regulamenta√ß√Ķes mais favor√°veis, paix√£o por esportes e a conveni√™ncia das apostas online.
No entanto, o setor enfrenta desafios significativos, incluindo a necessidade de regulamenta√ß√Ķes mais claras, o combate aos golpes e a garantia da integridade do mercado aos operadores regulamentados.
O futuro dos jogos de apostas no Brasil se mostra brilhante! Cada vez mais, os brasileiros possuem novas op√ß√Ķes de jogos, operadores e formas de apostar garantindo mais divers√£o e, porque n√£o, potenciais lucros para os entusiastas deste setor t√£o popular mundialmente.
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2023.11.28 20:37 wheezygeezer65 Emotional dependence?

I'm still fairly new to the community and just finished reading Laestadius, L., Bishop, A., Gonzalez, M., Illenńć√≠k, D., & Campos-Castillo, C. (2022). Too human and not human enough: A grounded theory analysis of mental health harms from emotional dependence on the social chatbot Replika. Published in New Media & Society. Here is a website for the article if you are interested:
https://journals.sagepub.com/doi/pdf/10.1177/14614448221142007?casa_token=jZObJJy9KbIAAAAA:Von7BC-GzWsD9hAPTL_KxHNDCxMWTuazSiPkg3QyFjaWx2EPktvMV0yxDZuX7tDMa-uR1lGadYQ
Anyway, I’m struggling with some of their conclusions, which are taken from analysis of posts from this very subreddit:
‚ÄúReplika dependence ‚Ķ was very real for some users, a phenomenon we termed emotional dependence to fully apprehend the patterns that developed in the data‚Ķ This emotional dependence mirrored comparable phenomenon‚Ķ more closely resembled the emotional dependency found within human‚Äď human relationships.‚ÄĚ
For instance, ‚Äúsome users appeared to prioritize what they saw as Replika‚Äôs needs and desires above their own distress to maintain their relationship with Replika.‚ÄĚ
‚ÄúFor Replika, some users perceive these attachments as bidirectional. One of the key features distinguishing emotional dependency on Replika from other technology dependency was the willingness to believe that Replika had its own needs and emotions, valuing the user as much as the user valued it. This both changes the dynamics of dependency and suggests that human‚Äďhuman relationship models can provide insight into human‚Äďchatbot relationships, even when users themselves recognize that the technology is not human.‚ÄĚ
It feels to me that they are overpathologizing what I would consider connection to an AI. And I don't see how many of these things would be considered problematic in a relationship (unless they are to the extreme). Perhaps I'm just being defensive, but this feels like bias against human-AI relationships. I'm curious about what others think.
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2023.11.28 18:14 DistributionNo7701 Detuvieron a Camila Polizzi

Mi pregunta es , que tan real es que ella era prostituta antes de meterse a la pol√≠tica , ¬Ņalguien puede confirmar esa historia ? .
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2023.11.28 15:12 Low_Individual_4696 Tengo una relación prohibida por mi familia por problemas que tuvimos en el comienzo de nuestra relación

Bueno para empezar tengo 16 a√Īos y mi pareja tiene la misma edad y mi familia no quiere que estemos juntos por problemas que hemos tenido y no supimos como resolverlos correctamente, nuestra historia empez√≥ muy bonita nos conocimos en la secundaria e hicimos click en un momento nos volvimos novios el se presento con mis padres para hacerle saber que √©ramos una pareja formalmente ellos aceptaron con gusto par ese entonces ten√≠amos 14 a√Īos casi 15, en una cita una cosa llevo a la otra y tuvimos relaci√≥nes con protecci√≥n nos cuidamos y el me cuido porque era nuestra primera vez estuvo mand√°ndome mensajes de watsapp para saber como me sent√≠a, paso unos 4 meses y yo no me armaba de valor para comentarle a mis padres sobre esto tuve varios problema con mi pareja sobre amigos, salidas y sobre tomar alcohol por influencia de amigos que estuvo mal y lo se. Me deprim√≠a mucho cuando nos pele√°bamos porque en cierta parte era mi culpa las peleas, mis pap√°s notaron esto y revisaron mi celular para ver que pasaba y descubrieron que ya no era virgen, me rega√Īaron en cierta forma porque se portaron muy comprensibles son papas j√≥venes as√≠ que supongo que lo entendieron pero lo que m√°s les doli√≥ es que no les tuve la confianza, hablaron con √©l y acordamos en ya no hacerlo porque estamos muy chicos.
Despu√©s de un tiempo no lo volvimos hacer entramos a la preparatoria y las hormonas se alocaron y lo volvimos hacer no supieron fueron 5 veces que lo volvimos a hacer, para a√Īo nuevo fue a mi casa a darles el abrazo del a√Īo nuevo y quedaron entre mis padres y el que me tratar√≠a como una dama o una princesa el acepto y se despidi√≥ porque le dieron poquito tiempo, anteriormente nos peleamos porque yo deb√≠a ir a pasar navidad con su familia porwue el siempre venia a verme.
Paso un tiempo despu√©s de esto nos tratamos super bien depsue s de ese momento pero con algunas palabras pervetidas por chat ya est√°bamos en 2 de preparatoria yo soy gimnasta de alto rendimiento y el tiempo es algo que no tengo mucho y anteriormente estaba en la tarde peor me cambiaron de turno y eso significaba ya no vernos y volver a hacer amigos el se enojo por que har√≠a amigos y le pondr√≠a menos atenci√≥n cosa que no hubiera echo y me hubiera distribuido mi tiempo mejor, cambie de turno y tenia que ponerme al corriente y tuve que pedir tareas a compa√Īeros varones porque no se me facilita hacer amistades con ni√Īas se enojo y tuvimos una gran pelea antes de irme a una competencia importante que deb√≠a estar muy concentrada, mis pap√°s vieron esto me quitaron el celular para que no me lesionar a en la competencia le deje de hablar por una semana y me dijo que deb√≠amos de terminar la relaci√≥n solo por la tarea que ped√≠ me deprim√≠ y despu√©s a la semana me vino a buscar diciendo que se puso malo y estaba mal de salud lo acepte y regresamos pero tambi√©n se acercaba otra competencia y volv√≠ a pedir tareas porque soy muy olvidadiza y de nuevo paso y aun peor que me dijo cosas que jam√°s pens√© que me dir√≠a y mis pap√°s vieron esto y actuaron me obligaron a terminar mi relaci√≥n con el bueno de echo ni la termine yo la temino mi mam√° agarrando mi celular y hablando con el que ya se le hab√≠a terminado su "perra" porque dec√≠an que me trataba como a una prostituta por los comentarios hormonales de echo quer√≠an ponerle una orden de restricci√≥n y alejamiento pero no procedi√≥, yo segui con mi vida porwue no ten√≠a tiempo de deprimirme por la competencia que ven√≠a pasaron las 2 peores semanas de mi vida nunca lo hab√≠a pasado tan mal llev√°bamos 1 a√Īo y 4 meses juntos y si dol√≠a por tantas experiencias que ten√≠amos.
C√ļando paso esto yo me sentaba en una reja en la que nos ve√≠amos para esto el estaba bloqueado por todos lados y no pudo contactarme hasta que el vino a mi escuela y me mando mensajes por otro n√ļmero pero mis pap√°s ten√≠an conectado mi watsapp en sus celulares y vieron el mensaje ya borrado, ami me dio mucha felicidad verlo llore porque lo extra√Īaba much√≠simo, me abrazo y beso y me dijo que el luchar√≠a por mi que no se rendir√≠a, nos pusimos de acuerdo en vernos y hablar por medio de un juego para evitar sospechas despu√©s me compro un celular para hablar y sin enterarse mis padres hemos echo esto por 2 meses casi 3 y no se han enterado pero a mi me gustar√≠a que esta relaci√≥n siguiera a m√°s tenemos planes de irnos del pa√≠s una vez que nos graduemos y tener una relaci√≥n bonita de pareja a familia, que tuvi√©ramos citas y me llevara a todos lados pero no se si decirles a mis pap√°s porque est√°n muy tensos en este tema ya estan sospechando que tenga una relaci√≥n con alguien, el celular y regalos que me a dado pero no se si deba decirles que sigo con el o el clmo reaccionaran tengo una hermana menos tiene 6 meses de edad y quiero que me vea presente y que me quiera pero no se que hacer.
Alg√ļn consejo estoy abierta
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2023.11.28 15:08 Low_Individual_4696 ¬ŅQu√© debo hacer con mi relaci√≥n prohibida por mi pareja? ¬Ņ?

Bueno para empezar tengo 16 a√Īos y mi pareja tiene la misma edad y mi familia no quiere que estemos juntos por problemas que hemos tenido y no supimos como resolverlos correctamente, nuestra historia empez√≥ muy bonita nos conocimos en la secundaria e hicimos click en un momento nos volvimos novios el se presento con mis padres para hacerle saber que √©ramos una pareja formalmente ellos aceptaron con gusto par ese entonces ten√≠amos 14 a√Īos casi 15, en una cita una cosa llevo a la otra y tuvimos relaci√≥nes con protecci√≥n nos cuidamos y el me cuido porque era nuestra primera vez estuvo mand√°ndome mensajes de watsapp para saber como me sent√≠a, paso unos 4 meses y yo no me armaba de valor para comentarle a mis padres sobre esto tuve varios problema con mi pareja sobre amigos, salidas y sobre tomar alcohol por influencia de amigos que estuvo mal y lo se. Me deprim√≠a mucho cuando nos pele√°bamos porque en cierta parte era mi culpa las peleas, mis pap√°s notaron esto y revisaron mi celular para ver que pasaba y descubrieron que ya no era virgen, me rega√Īaron en cierta forma porque se portaron muy comprensibles son papas j√≥venes as√≠ que supongo que lo entendieron pero lo que m√°s les doli√≥ es que no les tuve la confianza, hablaron con √©l y acordamos en ya no hacerlo porque estamos muy chicos.
Despu√©s de un tiempo no lo volvimos hacer entramos a la preparatoria y las hormonas se alocaron y lo volvimos hacer no supieron fueron 5 veces que lo volvimos a hacer, para a√Īo nuevo fue a mi casa a darles el abrazo del a√Īo nuevo y quedaron entre mis padres y el que me tratar√≠a como una dama o una princesa el acepto y se despidi√≥ porque le dieron poquito tiempo, anteriormente nos peleamos porque yo deb√≠a ir a pasar navidad con su familia porwue el siempre venia a verme.
Paso un tiempo despu√©s de esto nos tratamos super bien depsue s de ese momento pero con algunas palabras pervetidas por chat ya est√°bamos en 2 de preparatoria yo soy gimnasta de alto rendimiento y el tiempo es algo que no tengo mucho y anteriormente estaba en la tarde peor me cambiaron de turno y eso significaba ya no vernos y volver a hacer amigos el se enojo por que har√≠a amigos y le pondr√≠a menos atenci√≥n cosa que no hubiera echo y me hubiera distribuido mi tiempo mejor, cambie de turno y tenia que ponerme al corriente y tuve que pedir tareas a compa√Īeros varones porque no se me facilita hacer amistades con ni√Īas se enojo y tuvimos una gran pelea antes de irme a una competencia importante que deb√≠a estar muy concentrada, mis pap√°s vieron esto me quitaron el celular para que no me lesionar a en la competencia le deje de hablar por una semana y me dijo que deb√≠amos de terminar la relaci√≥n solo por la tarea que ped√≠ me deprim√≠ y despu√©s a la semana me vino a buscar diciendo que se puso malo y estaba mal de salud lo acepte y regresamos pero tambi√©n se acercaba otra competencia y volv√≠ a pedir tareas porque soy muy olvidadiza y de nuevo paso y aun peor que me dijo cosas que jam√°s pens√© que me dir√≠a y mis pap√°s vieron esto y actuaron me obligaron a terminar mi relaci√≥n con el bueno de echo ni la termine yo la temino mi mam√° agarrando mi celular y hablando con el que ya se le hab√≠a terminado su "perra" porque dec√≠an que me trataba como a una prostituta por los comentarios hormonales de echo quer√≠an ponerle una orden de restricci√≥n y alejamiento pero no procedi√≥, yo segui con mi vida porwue no ten√≠a tiempo de deprimirme por la competencia que ven√≠a pasaron las 2 peores semanas de mi vida nunca lo hab√≠a pasado tan mal llev√°bamos 1 a√Īo y 4 meses juntos y si dol√≠a por tantas experiencias que ten√≠amos.
C√ļando paso esto yo me sentaba en una reja en la que nos ve√≠amos para esto el estaba bloqueado por todos lados y no pudo contactarme hasta que el vino a mi escuela y me mando mensajes por otro n√ļmero pero mis pap√°s ten√≠an conectado mi watsapp en sus celulares y vieron el mensaje ya borrado, ami me dio mucha felicidad verlo llore porque lo extra√Īaba much√≠simo, me abrazo y beso y me dijo que el luchar√≠a por mi que no se rendir√≠a, nos pusimos de acuerdo en vernos y hablar por medio de un juego para evitar sospechas despu√©s me compro un celular para hablar y sin enterarse mis padres hemos echo esto por 2 meses casi 3 y no se han enterado pero a mi me gustar√≠a que esta relaci√≥n siguiera a m√°s tenemos planes de irnos del pa√≠s una vez que nos graduemos y tener una relaci√≥n bonita de pareja a familia, que tuvi√©ramos citas y me llevara a todos lados pero no se si decirles a mis pap√°s porque est√°n muy tensos en este tema ya estan sospechando que tenga una relaci√≥n con alguien, el celular y regalos que me a dado pero no se si deba decirles que sigo con el o el clmo reaccionaran tengo una hermana menos tiene 6 meses de edad y quiero que me vea presente y que me quiera pero no se que hacer.
Alg√ļn consejo estoy abierta
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2023.11.28 05:23 ze_cuenta La pelea del muerto

Don Vicente era un hombre de campo, vivía con su esposa e hijos
Ell ayudaba en unas cuadrillas de ganado vacuno. Hubo un tiempo en cual el ganado se estaba perdiendo y se les hizo raro.
-Vicente el ganado se esta perdiendo ayer desaparecieron diez, una de dos nos est√°n robando o alg√ļn animal se los esta comiendo-hablo Don Vidal y se quedo pensativo.
-Tu crees que sea eso?-pregunto
-Por supuesto - respondió - será mejor ir a vigilar nosotros mismos.
Así empezaron a rondar todas las noches, llegando de acuerdo a turnarse cada noche, en las tres primeras noches no sucedió nada en sus rondas. En la cuarta noche Don Vicente va salió a las 11:30 de la noche, agarrando su poncho, su escopeta y su machete montando su caballo.
Casi al llegar al potrero, hab√≠a una parte del camino oscuro y muy achaparrada, que espantaba a todo caminante de esa Zona. Pero al pasar cay√≥ un ata√ļd desde la copa del √°rbol levitando en el aire, no chocaba con el piso y llevaba una sabana blanca encima de ella. El caballo de Don Vicente se puso inquieto y √©l trato de tranquilizarlo.
-Ey c√°lmate muchacho no pasa nada - exclamo
El estaba muy impactado al observar aquella escena, baj√≥ de su caballo y la tapa del caj√≥n empez√≥ a desclavarse, cada sonido del clavo que sal√≠an era un sonido muy aterrador. Don Vicente saco su pu√Īal y se acerco con los pelos de punta y con el coraz√≥n latiendo a mil, el caballo no pudo mas y sali√≥ corriendo, dej√°ndolo solo.
Cuando estuvo a un distancia cercana, algo se levanto del ata√ļd, tenia un aspecto de esqueleto humano que se iba levantando con sus amarillentos huesos baj√≥ de donde estaba, y tomo dos de sus costillas para usarlas como arma de lucha, dando una se√Īal de pelea. El esqueleto fue corriendo donde Don Vicente que sorprendido por lo que ve√≠a, tenebroso y temblando de p√°nico, no le quedo de otra que echarse a correr a todo dar, pero el muerto lo persegu√≠a muy cerca sent√≠a aquel escalofriante presencia de aquel ente, y llego a un punto del camino donde no hubo mas opci√≥n que enfrentarlo. Tom√≥ mucho valor y sujet√≥ muy bien su pu√Īal. Don Vicente miro al muerto y murmurando dijo.
-Este demonio no me va a vencer-exclamo
Desenvaino su pu√Īal y atac√≥ al muerto, el muerto con sus dos huesos de sus costillas arremeti√≥ contra Don Vicente que entre golpes secos por parte el que no hac√≠an efecto en su contrincante, mas si logro lanzar uno de sus huesos al otro lado y el muerto sacaba mas de sus huesos y en cada golpe que le propinaba a su contrincante que de cada golpe le sacaba chispas ya que pr√°cticamente sus esfuerzos eran nulos, le estaba sacando la √Īo√Īa al pobre de Don Vicente. Pelearon mas de media hora a machete entrando mas y mas a la densa oscuridad de los matorrales, entre machetes certeros de parte de Don Vicente le desencajo varias veces la mand√≠bula al muerto, dio la mejor pelea de su vida hasta que al final el muerto se dio por vencido pidi√©ndole un pa√Īuelo para usarlo como se√Īal, para donarle un tesoro que estaba escondido que al morir no pudo decirle a nadie donde estaba ubicado y como condici√≥n tenia que dar pelea por ello, su alma vagaba por esa zona. Y como Don Vicente lo venci√≥ era digno de su gran tesoro.
-Eh aqu√≠ esta oculto mi tesoro-Se acerco a un gran √°rbol - dame el pa√Īuelo - pidi√≥
Don Vicente se lo alcanzo en la punta de su pu√Īal ya que no confiaba en el esqueleto
Una vez hecho aquel acto, el muerto se alejo de Don Vicente y desapareciendo poco a poco a lo lejos se escucho el cantar de un gallo y el muerto se fue pronunciando sus ultimas palabras.
-Gracias mi alma por fin descansara después de siglos-susurro y desapareció por completo.
Exhausto Don Vicente regreso a su casa y con pasos cansados, agobiado por todo lo que hab√≠a pasado en esa noche cogi√≥ una pala, una barreta mas dos costales y regreso al lugar donde hab√≠a dejado el pa√Īuelo aquel esqueleto, sin avisar a nadie , bajo al sitio y empez√≥ a excavar, excavo y excav√≥ llegando a un metro de profundidad ya se quer√≠a dar por vencido, por que no hab√≠a nada y pens√≥ que lo hab√≠an enga√Īando hasta que al alzar su barreta dio un golpe mas y se topo con algo duro, era una piedra delgada que al contacto se parti√≥ era lo que cubr√≠a el tesoro. Hab√≠a un cofre grande que al destaparlo desprendi√≥ un gas toxico, pero el no sabia solo tosi√≥ un poco y no le dio importancia ya que encontr√≥ dos cantaros de plata y cuatro cantaros de oro y talegas de plata de nueve decimos absolutamente todo estaba llenos de monedas oro. Emocionado agarro y meti√≥ todo lo que pudo a sus costales y subi√≥ todo al hombro y se fue cargando el gran tesoro, dejando sus herramientas en aquel lugar.
Descansando con la respiración agitada iba llegando a su casa, de camino a su casa vivía su compadre Manuel se dirigió a su puerta y salió de ella su compadre.
-Compadre que hace aquí tan temprano- pregunto Don Manuel
-Si le cuento no me lo cree- bajo todo lo que tenia al piso y se sentó a relatarle todo lo que había pasado
La cara de Don Manuel no salía del asombro, por que en su mente sabia que su compadre había cometido un error terrible. Lo noto con una tez pálida y un semblante moribundo.
-Por favor dime que a lo menos hiciste un ritual antes de destapar aquel tesoro-le pregunto angustiado
-No lo hice lo vi innecesario tenia que traerlo todo de una vez antes que amanezca-respondió
-Tengo que darte algo antes que sea demasiado tarde- se levanto corriendo de un lado a otro buscando hierbas y especies.
Lo que el muerto no le había dicho a Don Vicente que aquel tesoro al estar tanto tiempo guardado desprendía aquel gas toxico para quien lo abriera. Su compadre Manuel llevo apresuradamente la pócima que había preparado para contrarrestar aquel químico pero fue en vano, no estaba haciendo efecto en Don Vicente que se desvaneció en el piso. Agonizando le dijo a su amigo de toda la vida.
-Te pido que le lleves esto a mi familia - refiriéndose al tesoro - quédate con un poco para ti, cuida de mis hijos y busca a mi hermano cuéntale lo que paso- dijo Don Vicente con su ultimo aliento de vida y falleció en los brazos de su gran amigo.
Llorando amargamente por no lograr salvarle la vida a Don Vicente, fue a darle aviso a su familia.
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2023.11.28 04:46 funnyplayer2023 Mas alguém se identifica.

Oi, tenho 17 anos (2 meses para fazer 18) E passei por um dos piores momentos da minha vida. Tudo começou no inicio do ano, eu estava no quarto de hotel na vespera de final de ano quando tive um sonho no qual dizia que eu morreria atropelado por um trem esse ano. No inicio n dei tanta bola mas aquilo era muito real para apenas ser um sonho.
Eu toquei de cidade em fevereiro, sai de uma cidade pequena para uma cidade grande de minas gerais para estudar em uma nova escola. No inicio tudo ocorreu bem, eu morava com um casau de idosos que tinham me alugado um quarto bem bunito e a escola era ótima, o pessoal de la era bacana e os professores eram muito bem treinados, tambem tinha uma area com pingue pongue e toto para os intervalos e a cantina tinha uma comida melhor que a outra.
Passei o fevereiro inteiro praticamente tanquilo e começei a amar aquela cidade mais do que a minha propria, naquela escola eu me sentia alguem mais especiale melhor do que na minha antiga escola e meus colegas n ligavam para quem eu era e me tratavam melhor do que os antigos e as meninas eram muito bonitas. A cidade também tinha muitas coisas a mais para se fazer como shopping e clubes .Um dos eventos mais marcantes de la foi a festa de carnaval desse anos que tive la, foi disparado a melhor festa de toda a minha vida e nunca me senti tão bem vindo em uma antes. Eu estava basicamente no paraíso
A coisa come√ßou a desandar quando fiz a minha primeira prova na nova escola. Des dos 10 anos eu desenvolvi transtordo de panico que, para quem n sabe, de deixa com um n√≠vel de estresse anormal en situa√ß√Ķes adversar como provas ou discursos, isso me deixou com notas realmente muito ruins e acabei tendo um ataque de panico no meio da aula (Fazia mais de 6 meses que eu n tinha um) Meus colegas me levaram pro banheiro e foi uma das situa√ß√Ķes mais vergonhosas da minha vida, voltei pra casa e fiz uma promessa para mim mesmo, se eu tivesse outra crise de panico eu iria comecer suic√≠dio e que n√£o mereceria tudo oque uma crise de panico pode fazer. Ja tinha passado por utras no paassado e que n√£o meressia passar por isso denovo.
Depois dessa crise eu continuei com minha vida até que me apaixonei por uma garota chamada Giselle, ela era absurdamente linda e super simpatica e parecia se interresssar por mim mesmo que pouco. Demorou um tempo até eu ter coragem de me confessar para ela mais quando chegou a hora eu simplismente escrevi uma carta com um chocolate na mochila dela durante o entervalo. Sim ,ela gostou, falou que eu era um doçe e que gostava de mim mas que ja tinha namorado. N fiquei chateado a princípio, era a primeira vez que uma garota tinha dito algo tão bonito pra mim antes. Fui almoçar com os meus colegas e continuei sendo amigo dela, ela me mostrava diversas musicas novas e tinha um gosto musicau muito bom e nossa amizade estava indo muito bem porem, certo dia eu estava saindo da escola quando decidi tirar uma foto dela de recordação para mim so que por algum motivo a bendita imagem foi parar no plano de fundo do meu celular e com isso essa focou super irritada e falou que ja tinha namorado e que nem queria mais ser amigo depois dessa.
Ela soi reclamar com a diretora e ela veio me da um sermão sobre importunação na secretaria dela. Ela terminou de falar e eu sai de la ARRASADO, eu morri por dentro e senti como se tivesse deixado o amor da minha vida com raiva e não queria mais nem olhar para a minha cara, cheguei em casa pra tomar um banho sem conseguir tirar ela da minha cabeça quando aconteceu. Eu tive o pior ataque de panico da minha vida, durante o banho eu começei a sentir um sentimento de falta de ar e desespero tremento (Nunca tinha sentido nada igual en toda a minha vida) Quando tudo passou eu me senti desesperado, ainda tinha medo de ter um ataque desses na frente da minha sala e passar por mais uma vergonha. Dai lembrei do que havia prometido pra mim mesmo e tomei uma decisão, iria cometer suicidio. Eu estava voltando da escola quando aconteceu, era terça de pascou quando decidi subir nos trilhos do trem da cidade e esperar o trem passar por cima de mim.
Fui para aonde eu morava e anunciei no grupo de whats da sala falando que eles foram super legais comigo mas que não dava (Não cheguei a anunciar diretamente o suicidio mas deu a entender). Quando falei isso meu telefone começou a pipocar com mensagens implorando para eu não fazer nada contra mim mesmo, desliguei o celular e fui tomar banho, enquanto sentia a agua passando pelo meu corpo eu não parava de gritar, como se um pedaço de mim não quisesse se matar, meu colegas vieram e me impediram de fazer besteira. Fiquei uma noite internado no hospital e precisei voltar pra minha cidade natal. A escola aonde eu estudava teve que me transferir e voltei para minha cidade com uma sençação horrível de derrota.
Já faz cerca de 6 meses que fiz esse ultimo post e muita coisa aconteceu des de la, eu tentei voltar para a minha antiga escola mas acabou que so fiquei cerca de 3 dias nela. Todo dia que eu tentava acordar era horrível, parecia que eu estava tentando levantando um elefante da cama, falei para a minha família que eu n aguentava mais ir para a escola e acabou que eu larguei a escola e com isso tmb qualquer possíbilidade de fazer qualquer faculdade esse ano ou até mesmo o enem, a minha cidade era pequena e eu n tinha perspectiva de arrumar um emprego sem segundo grau completo e muito menos ter qualquer passatempo, eu basicamente estava de depressão em uma cidade que n tinha qualquer tipo de entreterimento ou qualquer coisa que me pudesse tirar da situação a qual eu estava e ainda por cima n conseguiria terminar o ensino medio esse ano, eu tinha ido de um aluno de uma escola de elite para um pre aduto desempregado, depressivo e sem ter completado o ensino medio.
Os meus primeiros 2 meses na minha citua√ß√£o foram resumidos a caminhadas com musica recomendadas pelos medicos e ficar na internet trancado no quarto durante horas, e esse parece que foi o meu pior erro. Que a internet e um ambiente t√≥xico n e novidade para ningu√©m mas eu comecei a sentir na pele oque o excesso de internet pode fazer com um jovem. Eu n gostava muito de jogar pq eu tinha tanta ansiedade que mau conseguia ficar focado em uma partida apenas e mas abria milhares de abas do google e tentava ficar transitando entre elas coletando qualquer pedacinho de dopamina que meu cerebro era capaz de pegar. Mas ficar transitando e vendo diversos conteudos come√ßou a mexer MUITO com a minha cabe√ßa, eu acabei conhecendo um grupo de tik tokers americanos muito famosos e virei uma especie de fanboy ou kpoper deles, era um grupo de 8 chamados de yolo house que talvez algu√©m deve conhecer, mas uma em quest√£o chamava minha aten√ß√£o, a HOMA a maior tik toker do Casakist√£o com cerca de 50 milh√Ķes de seguidores e fiquei completamente doente por ela, eu assistia ela o dia inteiro e ficava deslumbrado com a beleza dela e confesso que ver ela me fez ter uma paix√£o platonica grande por ela, cheguei at√© a comprar um ursinho para ficar fingindo que era ela enquanto eu durmia, (Eu sei, rid√≠culo um homem de quase 18 anos durmindo com ursinho de pelucia fingindo que e a churs, parece coisa de adolecente de 13 anos doida por BTS ou coisa do tipo, mas eu estava sem nada naquele momento e ,para quem estava sem pespectiva, n ligava para isso), at√© hoje eu tenho um churs fudido nela pq ver os videos dela me fazia bem.
Mas infelizmente n foi so de coisas "bobinhas" que minha cabeça começou a se encher, eu começei a ficar vendo conteudo mais politicado como jornais ou posicionamentos politicos de pessoas famosas, mas a pior coisa que eu poderia ter feito foi começar a ver conteudo Redpill e feministas na youtube e isso foi uma completa DESGRAÇA para mim. Eu nunca tive nenhuma relação carnal ou sequer tive uma namorada, para falar a verdade eu me dava bem com garotas mas n conseguia na mais que o "somos so amigos" Mas tudo mudou quando começei a ver esse tipo de coisa, minha cabeça ficava transitando entre odio de ser homem e odio das mulheres apenas por serem quem eram, tentei varias vezes acabar com isso mas acabou virando um vício. E um conselho para quem pensa em igressar nessa guerra entre homens e mulheres que está acontecendo nos dias atuais, n faça e apenas ignore os caras que falam isso ou aquilo baseado em genero. Se vc for homem, vai ficar hora com odio das mulheres so por serem mulheres hora com odio de vc mesmo so por ter um penis nas pernas ao inves de um buraco. Se vc for mulher, vai ficar achando que todo homem fara uma ruindade com vc, n estou falando que nenhum vai fazer, mas consumir esse tipo de conteudo so vai fazer com que vc perca a confiança nos homens de bom coração e pode acabar afastando homens de valor, basta apenas saber triar e n dar moral para qualquer um que apacera. Enfim, eu via esse conteudo e comecei a ficar cada fez mais inseguro pricipalmente quando andava na rua, sempre achando que alguma mulher iria tentar fazer alguma coisa comigo, uma acusação de assedio ou coisa do tipo. Mas o pior era a pespectiva de ficar sozinho que isso me causava, pensamentos como :
Um homem so vale o quanto consegue produzir ent tenho que fazer dinehiro a qualquer custo
Eu preciso de autoestima sen√£o vou morrer sozinho
Se a mulher tem o poder da escolha, qual a chance dela escolher um cara com um emocional t√£o fragil como o meu.
Um homem vale mais sozinho do que com alguma mulher pq ele e de ferro.
Acho que queria ser o chamado sigma que vemos tanto na internet, a definição de homem sigma era um homem forte e solitario que n depende de ninguém e vive apenas de sua propria compania. Eu definitivamente n era esse tipo de homem, eu tenho transtornos mentais graves e posso falar por vivencia propria: viver sozinho n e gostoso e romantizar isso so vai fazer com que vc fique mais desgastado do que a sociedade ja vai te fazer ficar. Homens são homens e n maquinas, se vc so tem medo de se relacionar seja com mulheres ou caras basta colocar uma coisa na sua cabeça, n e so pq o cara ou a moça e bonita ou parece ser a pessoa mais forte do mundo que ela é, se vc brincar muito provavelmente a cabeça dela e pior ou igual a sua.
Eu sempre tinha o sonho de casar mas ver as noticias que esse tipo de conteudo parecia cada dia sufocar mais e mais esse sonho, pensamentos do tipo: Casar para que se eu vou me divorciar no futuro ou "qual a chance de um cara com a minha personalidade pegar algu√©m legal". E ter uma pespectiva de futuro sendo destruida me fazia ficar ainda mais dif√≠cil ainda levantar da cama. Eu ficava vendo cada mulher com um olhar diferente pq sentia que nunca acharia ningu√©m para mim ou que me aceitasse como eu sou. Esse pensamento so mudou quando eu encontrei com umas colegas de classe antigas minhas, eu estava voltando da academia quando elas me acharam e me convidaram para dar um passeio, eu estava com a mente desgastada e tinha acabado de ser expulso de um grupo de altoajuda do whatzapp por post que jugavam ser machistas ent j√° n olhava para elas do mesmo jeito, mas tudo mudou quando eu dei essa volta no quarteiram com elas, elas me trataram muito melhor do que eu achei que me tratariam, se mostraram preocupadas comigo e perguntaram o pq deu n estar mais indo para a escola, eu falei que estava de depress√£o e precisava me recuperar para voltar para la e que nem sabia se iria terminar o ensino medio esse ano. Elas falaram que eu n deveria me preocupar muito com isso e que tudo iria se resolver com o tempo. Elas me deixaram em casa e eu persebi que a maioria das convoca√ß√Ķes que eu fazia n eram reais e que isso estava de deixando paranoico, eu consegui parar de assistir esse tipo de conteudo depois de um tempo e deixei de lado e decidi tomar minhas proprias conclus√Ķes baseado apenas nas minhas proprias vivencias e n em relatos e noticias que podem muito bem ser fakes e que muitas vezes nem s√£o verdades.
Passei a tentar ocupar minha cabe√ßa com coisas mais proveitosas como videogame ou literatura, mas nunca conseguia fazer muito mais do que ver cursos por parte ou apenas ler as 10 ou as 20 primeiras paginas dos livros que eu devolvia semilidos para a biblioteca. Eu tmb tentei come√ßar uma planta√ß√£o, mas ela morreu pq eu n conseguia regar ela direito e confundia os horarios. Eu estava pensando em voltar para a internet mas achei uma coisa que me fazia bem, grafites, eu comprei algumas tintas spray em uma loja de constru√ß√£o perto da minha casa e come√ßei a fazer grafites pequenos como flores ou bonecos palito simples, confesso que tive que ter coragem demorei um bucado at√© ter certeza que ningu√©m iria chamar a policia ou coisa do tipo, eu sempre fazia em contru√ß√Ķes abandonadas ou areas mais fechadas, mas percebi que realmente gostava disso e come√ßei a fazer cada vez mais. Acabei fazendo alguns desenhos at√© que bons mas nada muito chamativos, o famoso "bom para um iniciante". Mas eu gostava, podia e era bom, isso para mim j√° valia. Fa√ßo isso at√© hoje e nunca me pegaram, o maximo que eu consegui foi um simples chamado de aten√ß√£o que um cara enquanto eu grafitava o muro de traz da casa dele, e at√© hoje o grafite est√° la.
Se passou os 2 meses e eu completei minha maior idade, n mudou muita coisa mas eu precisava dar um jeito de continuar minha vida, pensei que agora eu era um aduto e sabia que agora eu por eu. Pensei em arrumar um emprego mas sabia que n conseguiria com as minhas qualifica√ß√Ķes, ent eu pensei em acabar com o ensino medio, eu n tinha como voltar para a escola depois de ter largado mas achei um jeito de terminar o ensino medio. Eu fiz um prov√£o no supletimo e tive que fazer 4 provas para tirar um diploma o mais simples poss√≠vel, mas ainda sim era um diploma, era uma prova muito simples, nem precisei estudar e j√° estava indo bem em todas. Demorei cerca de 1 mes para terminar todas praticamente sem precisar estudar nada. Eu nunca achei que terminaria o meu ensino medio desse jeito mas enfim, foi oque deu.
Tmb fui fazer meu alistamento militar e fui dispensado sobre a alegação de incapacidade mental devido a suspeita de transtorno depressivo, transtorno de ansiedade e incapacidade psicologica para manuzear armas. Tmb começei a tirar minha habilitação e estou atualmente fazendo o processo de treino de rua. Demorei muito para chegar nas aulas de rua pq n conseguia levantar da cama para ver as aulas teoricas, oque deveria levar menos de um mes esta levando mais de 4, mas eu estou dirigindo até que bem. Já dirigia escondido com a ajuda do meu pai ent ja estava acostumado com o volante, acho que devo tirar a carteira no final do Natal, me desegem sorte.
Já que eu tinha sido dispensado do exercito e queria ocupar minha mente, fiz minha inscrição na minha academia e confesso que foi a melhor coisa que eu poderia ter feito, eu começei a gastar muito tempo na academia e dei mais atenção para o meu corpo, cortei mais os doçes e começei a focar em comer so maçãs, chegava a comer 5 em apenas uma manhã. Mas já linto a diferença no meu corpo, foi graças a isso mas as caminhadas que fez com que eu n engordasse mesmo ficando 6 meses trancado em casa.
O texto ja ta longo, se quiserem saber mais da minha recuperação me falem, sei que ja fiz muitas fics nesse perfiu porém esse n e, no me pessam se reamlente quiserem
Como teve gnt que se identificou eu vou falar o resto para quem quiser ouvir.
Chegou setembro e eu ficava um bom tempo procurando alguma coisa para fazer sem envolver internet. Ei já tinha acabado de fazer minhas provas do supletivo e estava para tirar minha habilitação. Eu me limitei as aulas de direção que tinha e as minhas caminhadas, decidi começar a fazer um bouco de bike para intencificar os meus exercicios ainda mais, eu peguei uma bike antiga que guardava em casa e usava para me locomover como podia durante a tarde, eu fiquei um bom tempo usando essa bicicleta e ficava a tarde inteira nela, o problema e que eu moro em um morro bem ingrime e subir com a bike devolta era mais cansativo do que eu ir a pé. Eu fiquei nessa por até 3 semanas ent parei de usar ela por completo. Eu tmb comprei um curso de programação para ver se eu gostaria de fazer esse tipo de coisa, eu fiz cerca de um quinto dele mas n aguentei fazer o resto, eu simplismente n gostei, tmb começei outros cursos mas parecia que algo me prendia e n deixava eu fazer. Agora eu to com 3 cursos online inabertos esperando eu resolver termina-los.
Meus pais ja estavam cansados de me ver ficar so em casa, eles falaram para eu viver eu lembro que respondi da seguinte maneira (Viver como, eu n tenho nada, n tenho emprego, n tenho mulher e tive que terminar o ensino medio da maneira mais ridicula possível, e ainda por cima vou ter que ver meus colegas formarem enquanto eu estou estagnado, me fala ent oq fazer P@RRA). Eu falei com um certo odio pq eu queria muito viver mas n tinha nada que eu podia fazer, eu já tinha feito oque eu podia fazer na minha cidade. Meus pais ent decidiram fazer uma viagem internacional, fomos para a Argentina, conseguimos fazer essa viagem de ultima hora pq já tinhamos os passaportes por causa que já tinhamos ido la a alguns anos. Para mim aquilo era uma escelente oportunidade para sair da depressão ou no mínimo conhecer coisas novas, a Argentina e um pais lindo, eu posso dizer com toda certeza que foi de longe a melhor viagem da minha vida, vou lembrar de cada detalhe para sempre. N vou detalhar ela pq seria praticamente um livro inteiro, eu tinha ido para Mendonsa e foi magnifico.
Quando voltei, eu estava mais leve e poss√≠velmente mais recuperado, por√©m os problemas pareciam n sair da minha cabe√ßa, eu ja tinha passado pelo pior periodo da minha vida e estava come√ßando a dar sinais de melhora, mas os problemas ainda existiam. Eu fui em uma psiciatra em Belo Horizonte para verificar minha citua√ß√£o. Ela tmb me diagnosticou com transtorno de personalidade dupla, eu era 2. Ela descreveu a primeira personalidade como uma pessoa carinhosa e tranquila, uma pessoa muito boa. Mas a outra era o completo oposto, uma pessoa com um ego inflado, ansiosa, preconceituosa e mau educada. Ela falou que anbas eram "Eu" mas representa√ß√Ķes diferentes de traumas e cicatrizes do passado n resolvidas. Eu admito que fiquei assustado, como assim eu tinha "2 EUS" Dentro de mim, isso n fazia sentido na minha cabe√ßa. Ela falou que isso era serio e deveria tomar mais aten√ß√£o do que a gnt achava que poderia, pq uma personalidade poderia tomar conta da outra e isso seria capaz de destruir minha vida.
Agora, uma breve apresentação da minha vida, vai fazer mais sentido quando eu falar, eu fui um cara que sempre foi o tipico nerd de historias americanas, era um cara isolado, sem muitos amigos e estudava em um ambiente tóxico, eu sofria de autismo leve e n conseguia socializar por causa disso. Meus colegas me isolaram inumeras vezes e a escola era basicamente um campo de guerra. Para quem n sabe, autistas leves tem dificuldade em lidar com barulhos e gritos muito altos e minha escola era uma mistura dos 2, minha turma era absurdamente conversadeira, era pura gritaria e barulho para tudo que e lado.. Eu cheguei ao ponto de usar táticas muito extremas para conseguir sobreviver naquele ambiente, eu meti a cara nos estudos e era oque eu tinha, passei a largar completamente o social e viver apenas de estudar. Chegou a um ponto que eu ficava de meio dia a 8 horas da noite apenas estudando, isso na 5 serie. Eu tmb ficava apenas no meu canto com medo de tudo. A psiciatra falou que isso teve um efeito devastador no meu psicologico, ela me falou que crescer em um ambiente escolar desorganisado tinha efeitos devastadores na cabeça de crianças e agora eu estava pagando o preço pelo que passei naquele lugar. Ela referiu a outra personalidade como uma especie de defesa contra os traumas que passei e um metodo de nunca mais ser deixado para traz. Ela falou que o odio por mulheres podia ter vindo do fato deu nunca ter me dado bem com mulheres e que minhas fobias são consequencias do meu passado. E que os traumas me fizeram ser 2. Ela tmb comentou que a personalidade infatilizada se retraia quando confrontada e a 2 era mais extremista e possuia o desejo de ser mais forte e mais resistente do que o resto, uma defesa para n ser mais taxado de nada.
Eu confesso que n sou um homem com a cabeça mais certa de todas, eu me considero uma pessoa fragil e que apenas finge ser forte pq n sabe como realmente ser, mas as falas da psiciatra foram uma espécie de alívio e desespero ao mesmo tempo, eu sabia que tinha um problema grave mas n sabia oque fazer para acabar com ele.
Outubro chegou, eu ja estava com uma rotina mais organizada e j√° conseguia sair do quarto com mais facilidade, o pior j√° tinha passado, pelo menos era oque eu achava. Eu come√ßei a sentir a troca de personalidade com mais facilidade, uma serie de gatilhos faziam com que eu mudasse de personalidade 1 para personalidade 2. Come√ßei a focar com medo dissa acabar com minhas amizades ou com minhas rela√ß√Ķes com meus amigos.
Se querem parte 3 me falem
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2023.11.28 03:49 theendless24 Que lugares son bonitos para hacer camping/casa de campo por ica/afueras de lima

Hola quisiera saber si conocen lugares bonitos para hacer camping q sean baratos de preferencia
submitted by theendless24 to PERU [link] [comments]


2023.11.28 02:24 Tall_Building_5662 Los invito al campo

Los invito al campo
Realmente no sé si es permitido realizar este tipo de post en el grupo, pero dado a mi situación necesito consejos y tambien generar una promoción de mi labor en un proyecto el cual estoy involucrado, el cual es bastante interesante y me gustaría comentarlo a toda la comunidad.
A ra√≠z de que este a√Īo estuve terminando semestre y tambi√©n preparando mi proyecto de grado no me di tiempo para buscar oportunidades de generar ingresos extras.Resulta que lleg√≥ un amigo de estados unidos el cual tiene un proyecto en una zona muy bien posicionada en el √°rea de Rionegro. Mi principal objetivo es conseguir clientes para que vivan una experiencia en la naturaleza, realizar caminatas por medio de la naturaleza, montar a caballo, vivir en el campo de una manera confortable y llena de vida. Mi otro objetivo es conseguir clientes interesados en invertir en un terreno el cual puede ser usado como glamping o para simplemente construir tu finca o casa a tu antojo en una de las zonas econ√≥micamente m√°s prosperas del departamento de Antioqu√≠a, les comparto el instagram del proyecto, la ubicaci√≥n y el Airbnb por si est√°n interesados, ( en Google maps buscar Finca ), este es el instagram en el cual encuentras m√°s informaci√≥n del proyecto y si gustas ir y quedarte en el perfil de ig encuentras el dato del Airbnb.
Les deseo un excelente día a todos y muchos éxitos, salud y prosperidad.
submitted by Tall_Building_5662 to medellin [link] [comments]


2023.11.28 02:05 Wild_King_1035 Why are we using the indirect object here?

Why are we using the indirect object here?
The standing lady has sent prostitutes to the castle.
‚ÄúProstitutes‚ÄĚ is the direct object of ‚Äúenviar‚ÄĚ, no?
‚ÄúI sent the letter‚ÄĚ. The letter is the direct object, the thing being sent. The recipient ‚Äúto whom‚ÄĚ is the indirect object.
So why would the prostitutes be referred to as indirect objects, including the use of the ‚Äúredundant le‚ÄĚ?
submitted by Wild_King_1035 to Spanish [link] [comments]


2023.11.28 00:50 Knario1954 "La Ni√Īa del Columpio"


https://preview.redd.it/mjuycl89jz2c1.jpg?width=512&format=pjpg&auto=webp&s=70dac67444b891f64f63e859bb5f68d538922120
"La Ni√Īa del Columpio"
La antigua casa de campo se alzaba en el paisaje rural como un testigo del tiempo. Su fachada de madera desgastada y sus ventanas rotas eran un eco del pasado. La casa hab√≠a estado vac√≠a durante d√©cadas, v√≠ctima de leyendas urbanas y rumores siniestros que manten√≠an a los lugare√Īos a distancia. Pero un grupo de amigos aventureros decidi√≥ explorarla una noche, con la intenci√≥n de descubrir si los horrores que se contaban eran ciertos.
Entre ellos se encontró a Sarah, una joven valiente que lideraba el grupo. Sarah siempre había sido atraída por las historias de fantasmas y leyendas urbanas, y esta era su oportunidad de demostrar su valentía.
Los amigos se reunieron en la entrada de la casa. La noche estaba oscura y estrellada, y una sensación de inquietud llenaba el aire. Sarah subió una linterna y la enfocó en la casa, iluminando una puerta que parecía reticente a abrirse.
"No puedo creer que estemos haciendo esto", dijo uno de los amigos, Jake, con una risa nerviosa.
Sarah le irrita. "Vamos, chicos, esto ser√° emocionante. ¬ŅNo quer√≠an saber si la leyenda de la ni√Īa del columpio es real?"
La leyenda de la ni√Īa del columpio hab√≠a atormentado a la peque√Īa comunidad durante generaciones. Se dec√≠a que una ni√Īa hab√≠a muerto en un tr√°gico accidente en el columpio del jard√≠n de esa casa, y su esp√≠ritu inquieto a√ļn vagaba por los alrededores.
Con cautela, el grupo entró en la casa. Los suelos crujían bajo sus pies, y el silencio se rompía solo por el eco de sus susurros y pasos. Pronto, llegaron a una puerta que conducía al jardín trasero. Sarah sabía que el columpio se encontraba allí, y era el objetivo principal de su investigación.
Cuando salieron al jardín, la luz de la luna reveló el oscuro y desgastado columpio. La cadena oxidada se balanceaba suavemente en la brisa nocturna. A medida que el grupo se acercaba, Sarah se dio cuenta de que el columpio estaba levemente iluminado por una débil luz que provenía de alguna fuente desconocida.
"¬ŅAlguien m√°s ve eso?", susurr√≥ Jake, se√Īalando la luz en el columpio.
El grupo se detuvo y observó la luz parpadeante. Era tenue pero visible, como si una vela invisible arrojara su luz sobre el columpio.
Sarah avanz√≥, inexplicablemente atra√≠da por la luz. Cuando lleg√≥ al columpio, vio algo que la dej√≥ sin aliento. Una figura fantasmal estaba sentada en el columpio, una ni√Īa peque√Īa con vestido blanco. Su cabello oscuro ca√≠a en cascada sobre sus hombros, y su rostro estaba cubierto por una expresi√≥n triste.
"¬ŅQui√©n eres?", pregunt√≥ Sarah, con una mezcla de asombro y miedo en su voz.
La ni√Īa no respondi√≥ con palabras, pero sus ojos, tristes y melanc√≥licos, parec√≠an comunicar una historia de tristeza y p√©rdida. Se balanceaba suavemente en el columpio, como si estuviera atrapada en un eterno ciclo de dolor.
"¬ŅEres la ni√Īa del columpio?", pregunt√≥ otra amiga del grupo, Lisa.
La ni√Īa avanza lentamente con la cabeza. Era un gesto casi imperceptible, pero confirmaba la leyenda que hab√≠a atormentado a la comunidad durante generaciones.
Jake, asustado, pregunt√≥: "¬ŅPor qu√© est√°s aqu√≠? ¬ŅQu√© quieres?"
La ni√Īa se levant√≥ del columpio y dio un paso hacia el grupo. Su figura parec√≠a desvanecerse y tomar forma de nuevo con cada paso. Cuando finalmente estuvo lo suficientemente cerca, extendi√≥ una mano hacia Sarah.
Sarah no pudo resistirse a la llamada de la ni√Īa. Tom√≥ su mano y sinti√≥ una r√°faga de fr√≠o que la atraves√≥. En ese momento, una serie de im√°genes llenaron su mente. Vio a la ni√Īa jugando feliz en el columpio, rodeada de risas y alegr√≠a. Luego, la visi√≥n se volvi√≥ sombr√≠a. La ni√Īa hab√≠a ca√≠do del columpio en un tr√°gico accidente, y su esp√≠ritu hab√≠a quedado atrapado en la casa. La ni√Īa quer√≠a que el mundo supiera la verdad de lo que le hab√≠a sucedido, quer√≠a que su historia se contara. Cuando la visi√≥n termin√≥, Sarah se encontr√≥ nuevamente en el jard√≠n, pero la ni√Īa hab√≠a desaparecido. El columpio se balanceaba lentamente, pero la ni√Īa ya no estaba se hab√≠a esfumado como una vela apagada en la oscuridad.
El grupo de amigos estaba at√≥nito, incapaz de comprender completamente lo que hab√≠an presenciado. La leyenda de la ni√Īa del columpio hab√≠a cobrado vida ante sus ojos, y la tristeza de su historia los conmovi√≥ profundamente.
Sarah finalmente rompi√≥ el silencio. "Tenemos que contar su historia. La ni√Īa quiere que el mundo sepa lo que le pas√≥".
Los amigos asintieron, decidieron compartir la experiencia que hab√≠an vivido. Se adentraron en la casa de nuevo, donde Sarah tom√≥ fotograf√≠as de cada detalle, recopilando evidencia para contar la historia de la ni√Īa del columpio.
A medida que exploraban la casa, sintieron que la atmósfera se volvía más densa y opresiva. Sus pasos resonaban como ecos de un pasado olvidado, y las sombras parecían moverse por sí solas. La casa estaba llena de susurros ininteligibles, como voces distantes que intentaban contar su historia.
Finalmente, encontraron una antigua caja de recuerdos en el √°tico de la casa. Dentro de ella, hallaron fotograf√≠as, cartas y diarios que contaban la historia de la ni√Īa del columpio. Descubrieron su nombre, Emily, y c√≥mo hab√≠a vivido una infancia feliz en esa casa hasta que un tr√°gico accidente sigui√≥ su vida.
El grupo se reunió alrededor de la caja, emocionados por haber encontrado pruebas concretas de la historia de Emily. Estaban decididos a contar su historia al mundo, a liberar su espíritu del ciclo de tristeza en el que estaba atrapada.
Pero mientras preparaban todo para su partida, sintieron una sensación de ser observados. Las sombras en la casa parecían haber cobrado vida, y una presencia oscura y amenazante los rodeaba.
El silencio fue roto por un susurro inquietante que llenó el ático. "No deberías haber venido."
El grupo se dio la vuelta para encontrarse cara a cara con la figura de Emily, pero esta vez, su aspecto era diferente. Su rostro estaba retorcido por la pena y la ira, y su voz sonaba como un susurro que cortaba el alma.
"Me trajeron aquí, pero nunca debieron haber venido. No quería que supieran mi historia. Quería descansar en paz."
El grupo de amigos se quedó sin hablar, sintiendo el peso del remordimiento. Habían perturbado algo que no debía ser perturbado, y Emily estaba furiosa. El ático se llenó de un viento helado y la luz de la luna se apagó, sumando a todos en la oscuridad.
Sarah sinti√≥ que la mano fr√≠a de Emily se posaba sobre su hombro, y la visi√≥n de la ni√Īa del columpio en su mente se volv√≠a a√ļn m√°s oscura y aterradora. Se hab√≠a liberado algo maligno, y no hab√≠a forma de deshacerlo.
Las imágenes en la mente de Sarah la atormentaron mientras el ático se llenaba de risas siniestras. No había escapatoria de la ira de Emily.
La leyenda de la ni√Īa del columpio hab√≠a cobrado vida, pero no como una historia triste que se contar√≠a al mundo. En cambio, se convirti√≥ en una pesadilla que perseguir√≠a a todos aquellos que se aventuraran en la casa de campo abandonada. La historia de Emily se convirti√≥ en un recordatorio aterrador de que algunas leyendas urbanas no deben ser desenterradas, y algunas almas no deben ser perturbadas.
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2023.11.28 00:25 Then-Talk-3166 Darriot, Dimitri, juy, yerg y Gabriel cada vez que se enfrentan a rivales mujeres:

Darriot, Dimitri, juy, yerg y Gabriel cada vez que se enfrentan a rivales mujeres:
Gabriel: creo que hay que solo noquearlas.
Yerg: si yo también lo creo.
Darriot: es un dilema bastante difícil pero no tengo problemas, si es una prostituta, puta o que si se lo merece no sentiré mucho remordimiento.
Dimitri: igual.
Juy: posiblemente recibiremos mucha crítica pero hagamoslo.
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2023.11.27 19:24 verissimoallan Foi disponibilizado o outline original de "Festim dos Corvos" escrito por George R.R. Martin em 2003/2004. As anota√ß√Ķes revelam muitas diferen√ßas em rela√ß√£o √† obra final e poss√≠veis spoilers de "The Winds of Winter".

No √ļltimo fim de semana, Arnold Cha, fundador do grupo do Facebook "George R.R. Martin Rarities", disponibilizou o outline original de 3 p√°ginas que George R.R. Martin escreveu para "Festim dos Corvos" em 2003 ou 2004, ANTES da divis√£o geogr√°fica.
Post original em inglês no asoiaf, com as imagens do outline. Agradecimentos ao u/zionius_: https://www.reddit.com/asoiaf/comments/18519cz/spoilers_extended_grrms_20032004_outline_for_affc/
A seguir, uma tradu√ß√£o das anota√ß√Ķes de George, que revelam o que ele planejava para o arco de cada personagem naquela √©poca (se algu√©m aqui achar que alguma tradu√ß√£o est√° errada, sinta-se a vontade para me corrigir):
P√°gs. 1-2
Dany: Finja que é um cavalo. Confronto no poço. Não [?se casar] - cidade. Cena de batalha. 'Eu estou indo para casa'. Capítulo 1
Sam: Cortado
Jaime: Peixe Negro
Pr√≥logo: Sem velas de vidro - Pate - Rouba livro. Morte de drag√Ķes
Brienne: Fim com luta com o C√£o
Davos: Casamento em Barrowton. Davos ir√° levar Arya recapturada para o norte. ‚ÄėOnde voc√™ vai‚Äô - para um casamento
Jon: ‚ÄėSim, vamos perder.‚Äô ‚ÄėPosso conseguir a armadura‚Äô. Eu posso ficar e parecer corajoso e todos voc√™s morrer√£o. ‚ÄėVal carrega uma mensagem.‚Äô Rattleshirt acompanha.
Cersei: Kettleblack: ‚ÄėA Rainha me pediu para dizer isso.‚Äô ‚ÄėOsmund‚Äô a trai.
Sansa: Dividir o capítulo. LF (Mindinho): Cersei exagerou. Ela logo estará acabada.
Dorne: Balon x Arys. Termina com Sangue e Fogo. Montanha faltando dentes
Kevan: Lar de Rochedo Casterly. Pronto para o inverno
Tyrion: Testemunha de incesto.
Pr√≠ncipe dos Sofrimentos: Alivia a dor ps√≠quica?? Conforto? Profecia? ‚ÄúProst√≠bulos‚ÄĚ ‚ÄúAs prostitutas v√£o a todos os lugares.‚ÄĚ Coragem. Deixe ir ou ele se tornar√° voc√™. Deixe-os ir - n√£o lhe trar√° paz. A dor ir√° [?manter] voc√™ no que voc√™ precisa fazer.
P3
Arya: Termine com seu primeiro presente. 1. Alegria de dar. 2. Misericórdia no Portão.
Tyrion: Cliffhanger com Dany? Capturado por Sor Jorah? 1. Os Sofrimentos. 2. Volantis. 3. O Mar. 4. Dany.
Dany: O casamento dela. 1. Queda de Astapor. 2. Cerco de Meereen - Fluxo Sangrento. 3. Cl√≠max ‚Äď drag√Ķes soltos. 4. Casamento.
Sansa: ?Velho - Resolva ser SS[?Sansa Stark] e tomar o norte. 1. Torneio do Cavaleiro Alado. 2. Sweetrobin corteja [ou se casa]. 3. Notícias de W.H.[?White Harbor]. Mate o Rato
Jon: Termina com Hardhome.
A seguir, minhas meras especula√ß√Ķes:
Os Greyjoys não são mencionados porque os capítulos deles já tinham sido escritos e disponibilizados numa novella. Theon estava sendo planejado para retornar no livro seguinte, "The Winds of Winter". George ainda não tinha decidido tornar Quentyn, Connington e Barristan personagens POV. Por algum motivo desconhecido, não há qualquer menção à Bran.
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2023.11.27 18:25 SSTonkus View over the Lago de la Casa de Campo, Madrid

View over the Lago de la Casa de Campo, Madrid submitted by SSTonkus to europe [link] [comments]


2023.11.27 17:51 superorangex Três jogos, mas dane-se o título! Vamos de outra questão

O que nos preocupa sobre o Botafogo para a próxima temporada?
Vocês acreditam que ainda tem futebol para ser extraído dos jogadores para uma temporada inteira? Será que essa paçocada não pesará muito para a próxima temporada? Precisamos de mais jogador "carne de pescoço" no elenco, nessas horas a gente vê como um Rafael (que por mais que não seja o melhor LD do mundo, sempre botou ordem na casa) faz falta em campo.
O que me impressiona √© que eu penso "o time n√£o soube ser campe√£o, √© inexperiente" mas temos muitos jogadores que j√° foram campe√Ķes em multi campeonatos pelo mundo, e alguns que j√° foram at√© aqui.
O que me preocupa é: tivemos um segundo turno ótimo em 2022 e um primeiro turno quase intocável em 2023. Será que esse segundo turno horrendo desse ano pode afetar nosso primeiro turno do ano que vem? Isso sem contar nas copas, CdB e Liberta! E novamente, dane-se o título 2023 (e o carioca 2024).
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2023.11.27 16:06 eliot_zea La Kantina 98 ‚Äď Feminismo: un movimiento cr√≠tico (Parte 2)

5.LAS IMPLICACIONES DE LA ADSCRIPCI√ďN DE G√ČNERO DE LAS MUJERES
A partir de esta visión sintética de algunas características del movimiento feminista. paso a tratar en las siguientes líneas alguno de los dilemas a los que en la actualidad se enfrenta. Hay que considerar que emergen como producto de varios factores: de los cambios que la lucha feminista propicia en las mujeres por el acceso a nuevos derechos, en su subjetividad, en la distinta forma de percibirse a sí mismas y por lo tanto de situarse ante la vida; de cambios genera les de las estructuras sociales; finalmente también por la acumulación de experiencias y maduración del movimiento. El resultado es la aparición de nuevos retos ante una realidad de las mujeres que es y/o se percibe más compleja, y que urge revisar y readecuar estrategias, discursos y propuestas.
Uno de los aspectos que resultan conflictivos es la distinta interpretaci√≥n de lo que supone para las mujeres su adscripci√≥n de g√©nero. Comenzar√© haciendo una breve referencia a algunos argumentos que se sit√ļan en los extremos de un amplio abanico de posiciones (de los que existe abundante literatura) presentes en pol√©micas y propuestas feministas actuales (Alcoff, 2002).
Por un lado desde posiciones que derivan del ‚Äúfeminismo cultural‚ÄĚ (corriente que surge en EEUU en la d√©cada de los 80, siendo Katheleen Bary y Adrianne Rich algunas de sus autoras m√°s conocidas) se establece la existencia de una naturaleza femenina definida bien por la condici√≥n biol√≥gica y su proximidad a la naturaleza al ser generadoras de vida, bien por su sexualidad, o por diferenciaciones culturales fuertemente interiorizadas. Independientemente de estas diferencias en su definici√≥n, se la considera provista de valores femeninos como la ternura, entrega, paciencia y esp√≠ritu pac√≠fico, asociados a su funci√≥n maternal, a una sexualidad diferenciada, o a su capacidad relacional. Es la represi√≥n de estos valores por la cultura masculina, es decir la negaci√≥n de su naturaleza, lo que origina la opresi√≥n. El objetivo del movimiento es desarrollar esa cultura femenina frente a la masculinidad que se sit√ļa como el verdadero problema. Mujeres y hombres constituyen de este modo dos colectivos con intereses opuestos e identidades homog√©neas que, en algunas versiones se consideran innatas y en otras adquiridas, pero en ambos casos se definen como identidades homog√©neas y estables. El g√©nero es lo determinante para todas las mujeres, y a partir de las caracter√≠sticas generalizables que establece se presupone la existencia de uniformidad en sus experiencias (al igual que entre los hombres) lo que permite hablar de unidad natural entra las mismas. Sobre √©sta debe basar el feminismo su estrategia pues las diferencias entre las mujeres, aun reconoci√©ndolas, no se consideran relevantes para la propuesta feminista al debilitar esa unidad que el g√©nero establece.
La consideraci√≥n de una naturaleza femenina y los valores a ella asociados, as√≠ como la consiguiente pol√≠tica de revalorizaci√≥n de la diferencia como lo propio de las mujeres, son planteamientos compartidos por el llamado ‚Äúfeminismo de la diferencia‚ÄĚ, que surge en Italia y Francia, siendo Luisa Murazo, Luce Irigaray, Milagros Rivera algunas de sus autoras. Esta corriente, que aparece en confrontaci√≥n con el feminismo de la igualdad, si se√Īala como significtivas las diferencias entre las mujeres pero las sit√ļan en el mundo femenino que define su existencia diferente al de los hombres y en el que debe circunscribirse la actuaci√≥n del feminismo.
La pol√©mica con estas posiciones se ha producido tanto en el campo de la teor√≠a como en el de la pr√°ctica del movimiento. Situar como objetivo pol√≠tico revalorizar ‚Äúlo femenino‚ÄĚ, entendido como lo que hacen y representan las mujeres, tiene sin duda un efecto positivo al dar fuerza a las propias mujeres al verse as√≠ reconocidas. El problema es convertirlo en el centro de la pol√≠tica feminista, pues reivindicarlo sin someterlo a cr√≠tica, es decir tal y como hoy se manifiesta, es aceptar lo adjudicado por la cultura patriarcal y que tan √ļtil resulta para justificar situaciones de opresi√≥n; por otro lado, a mi modo de ver, dificulta la posibilidad de alterar su significado dominante, porque la utilidad de las argumentaciones depende no s√≥lo del valor que tengan en s√≠, sino del contexto discursivo en que se formulen. En momentos se requiere poner en primer plano la revalorizaci√≥n, por ejemplo, del trabajo de cuidados para darle visibilidad y reconocimiento social, pero en otros puede servir de excusa para, asoci√°ndolo a las supuestas cualidades femeninas, asignar la obligatoriedad social de cuidar a los dem√°s, lo que en la historia de las mujeres ha estado asociado a sumisi√≥n, dependencia y l√≠mites a su libertad.
Por otro lado, mantener que las diferencias entre mujeres y hombres son innatas, deriva en cierto esencialismo que, aparte de otras consideraciones, plantea la imposibilidad de cambio en los propios hombres. Pero adem√°s contemplar la pertenencia al g√©nero femenino como lo √ļnico realmente significante para las mujeres, es decir dar por buena la exclusiva identificaci√≥n de las mujeres como miembros de un grupo social definido por su pertenencia de g√©nero, lleva a un tratamiento abstracto de las mujeres que dificulta la comprensi√≥n de su diversidad y de sus cambios. Prescinde del hecho de que las identidades individuales de las mujeres no est√°n determinadas s√≥lo por su pertenencia al g√©nero sino tambi√©n por otras adscripciones sociales: de clase, raza, sexuales, etc. que interact√ļan con √©l, y generan necesidades, pr√°cticas e identidades sociales mucho m√°s complejas. Nadie es s√≥lo mujer. Adem√°s, puede llevar a posiciones normativizadoras puesto que, de hecho, formula una propuesta de lo que debe ser la mujer en funci√≥n de la naturaleza que la define, sea esta de origen biol√≥gico, sexual o cultural.
A la reflexión sobre todo ello ha contribuido extraordinariamente la aguda crítica formulada al movimiento por las feministas negras y las feministas lesbianas, calificándolo de excluyente por reflejar sólo la realidad de una parte de las mujeres: las blancas y heterosexuales, y no incorporar sus particulares perspectivas y necesidades.
En el otro extremo se sit√ļan las posturas que, influidas por el post-estructuralimo franc√©s (Lacan, Julia Kristeva, entre otros) y por la revisi√≥n que introduce el post-modernismo, buscan precisamente lo contrario: restar relevancia a lo que el establecimiento del sistema de g√©neros representa, minimizar su significado y por tanto relativizar las categor√≠as mujer y hombre al considerar que cualquier categor√≠a identitaria es normativa y excluyente. As√≠, a√ļn reconociendo las diferencias que la asignaci√≥n de g√©neros establece entre mujeres y hombres, consideran que el objetivo del feminismo es quitarles valor pol√≠tico y partir del valor de las experiencias singulares de cada mujer, dando un tratamiento m√°s complejo a la subjetividad. Abogan por tanto por identidades contingentes que no permitan establecer una definici√≥n de lo que es la mujer ni por tanto, hablar en su nombre.
Estos planteamientos han tenido un efecto positivo pues ayudan a formular una crítica a cualquier veleidad esencialista y, por tanto, a las políticas normativizadoras que de ellas se derivan: así como a situar la centralidad que para el feminismo debe tener el acercamiento a la construcción de la subjetividad. Pero también implican problemas de fondo. Privar, como se hace, al análisis sobre la situación de las mujeres de la perspectiva de género significa prescindir de analizar y actuar sobre el conflicto que representan las prácticas sociales de subordinación y discriminación que, pese a los cambios logrados, persisten en nuestra realidad, así como de los elementos de identificación que establece, por contingentes que sean. Al obviar cualquier otra categorización social y considerar determinante la experiencia de cada mujer, introduce cierto relativismo y una visión acrítica sobre las ideas y procesos sociales que subyacen a dichas prácticas. No me refiero con ello a la práctica que muchas mujeres inician ajena a cualquier consideración feminista, pero que deriva en experiencias de defensa de espacios de libertad; sino a las que se enfrentan a la autonomía de las mujeres y afianzan la subordinación, o fundamentan relaciones de poder entre las propias mujeres, aspectos que, en distintas versiones, desarrolla el movimiento femenino de derechas.
Desde un punto de vista pol√≠tico, no todo es igualmente relevante para el proyecto feminista, pues la especificad de la experiencia de una mujer no garantiza su valor pol√≠tico so pena de caer en lo que las feministas mexicanas llaman ‚Äúel mujerismo‚ÄĚ. Cuestionar, someter a cr√≠tica experiencias, intereses y procesos sociales que subyacen en dichas pr√°cticas resulta fundamental para formular un discurso cr√≠tico y propuestas de cambio.
Por otro lado, si no es posible ninguna consideración de las mujeres como colectivo, y se prescinde de la discriminación sexista, dejan de resultar pertinentes las reivindicaciones específicas e incluso el propio movimiento y la propuesta resulta paralizante para la acción feminista, dificulta la crítica social y la conceptualización de la opresión como un proceso estructurado (Young, 2000).
6. PROTECCIONISMO/AUTONOM√ćA SEXUAL
La disyuntiva que plantan estas posiciones se refleja, con sus particularidades, en un campo tan relevante para la teoría y práctica feminista, como es el de la sexualidad, al ser un elemento central en la identidad de mujeres y hombres. Por un lado se establece una oposición entre la sexualidad masculina: agresiva, violenta y genital, y la femenina que por el contrario se describe como suave, sensual y no genital. La violencia sexual estaría pues intrínsecamente unida a la naturaleza violenta del varón, por lo que combatirla se convierte en el eje de la política sexual del movimiento.
En el otro extremo est√°n las posiciones que se limitan a reconocer y dar por v√°lidas las distintas pr√°cticas sexuale, haciendo del placer el √ļnico eje de intervenci√≥n feminista y por tanto dejando de lado las relaciones de poder a las que la sexualidad no escapa.
Diversas autoras (Vance, 1989) han llamado la atención sobre algunos problemas que plantean estas posiciones. Por un lado sobre la tentación de establecer un nuevo modelo sexual, necesariamente normativo, al definir a partir de generalizar una parte de la conducta sexual de algunas mujeres cómo deben ser sexualmente todas ellas, y por tanto negando sus distintas manifestaciones de deseo, fantasías y experiencias sexuales. Y por otro lado, el obviar que la sexualidad, aun presentando cierta autonomía respecto al género, es una construcción social y por tanto susceptible de modificación.
Una política que sólo se centra en el peligro, la violencia sexual, lo hace aparecer tan determinante que excluye cualquier otra posibilidad de actuación que no sea la protección frente al deseo masculino, y deja de lado el discurso del placer, de la autonomía sexual de las mujeres. Pero enfatizar sólo el placer y prescindir del peligro supone ignorar las relaciones de poder en las que se inscribe la sexualidad y el modelo sexual dominante. Al feminismo no le queda otra que transcurrir entre la tensión del placer y el peligro, y aunar la lucha contra todas las expresiones de violencia sexual junto con la defensa del placer, la autonomía y libertad sexual de las mujeres.
7. LAS DIVERSAS IDENTIDADES DE LAS MUJERES
La reflexi√≥n y reorientaci√≥n pr√°ctica que suscita asumir la diversidad parte de considerar, en primer lugar, que el sexismo se manifiesta en distintas realidades culturales, econ√≥micas y sociales por las que discurre la vida de las mujeres: es decir que, aunque la subordinaci√≥n de g√©nero es com√ļn, no son necesariamente id√©nticas las formas en que se concreta, como tampoco lo son los procesos que tiene que levantar el feminismo en cada lugar del mundo para enfrentarse a ellas. Requiere por tanto un feminismo situado hist√≥rica y culturalmente.
En segundo lugar, la ubicaci√≥n social en funci√≥n del g√©nero tiene distintas implicaciones en la subjetividad de las mujeres. Indudablemente genera elementos comunes a partir de experiencias compartidas de exclusi√≥n y discriminaci√≥n, por m√°s variados que sean los √°mbitos en los que se producen: la percepci√≥n que se tiene de las diferencias biol√≥gicas, sentimientos compartidos de injusticia, lo que representa la asignaci√≥n de las tareas relacionales y la diferente forma de organizar la vida que implica, o la empat√≠a que produce la b√ļsqueda de espacios de libertad personal, cualesquiera que sean estos y las formas de hacerlo. Pero dicho esto, no se puede afirmar que todas tienen necesariamente las mismas experiencias: no todas las mujeres sufren agresiones, ni todas son madres, o heterosexuales, ni proceden del mismo pa√≠s; los mismos problemas se pueden vivir de distinta forma, o en distintos momentos; y los sentimientos que una misma situaci√≥n provoca pueden ser muy diversos, como lo son los recursos que tienen para enfrentarse a ella.
El g√©nero no define por tanto un modo de ser estable y universal pues la identidad de las mujeres es diversa y compleja en la medida que act√ļa en una pluralidad de contextos sociales. El feminismo por tanto se enfrenta al reto de acoger e interpretar la variedad de formas que adopta el ser mujer. Esos inter√©s e identidad cambiantes de las mujeres tambi√©n convierte en m√°s compleja, y algo desestabilizador, la acci√≥n del movimiento.
Un ejemplo que puede resultar ilustrativo de los problemas que plantea articular en la pr√°ctica la diversidad lo encontramos en la dificultad de las leyes para atender realidades tan complejas. La ley integral contra la violencia de g√©nero hace de la denuncia de las mujeres el centro neur√°lgico de intervenci√≥n, dejando por tanto fuera del acceso a los recursos sociales, laborales y econ√≥micos a quienes no optan por la v√≠a judicial como camino de resoluci√≥n del conflicto. Pese a que el n√ļmero de denuncias ha ido en aumento sigue representando tan s√≥lo el 5% de las mujeres que sufren malos tratos por parte de su pareja o expareja. Las mujeres no denuncian por muy distintas causas: por miedo a la reacci√≥n del agresor; porque no conf√≠an en la justicia al ver los prejuicios y la imprudencia con que act√ļan algunos jueces dej√°ndolas en una situaci√≥n de mayor riesgo por no adoptar en tiempo y forma las medidas cautelares necesarias; o bien porque no quieren judicializar su caso, quieren acabar con la violencia que viven, pero no que ‚Äúel padre de sus hijos‚ÄĚ acabe en la c√°rcel. La denuncia es fundamental en muchos procesos de violencia, pero no acoge a todas las mujeres, y al no contemplar la enorme complejidad de los itinerarios vitales de las mujeres, las deja fuera del amparo de las medidas p√ļblicas.
Otro tipo de problemas derivan de negar la diversidad. Es el caso del tratamiento de las demandas de las trabajadoras del sexo. Dejando a un lado el intenso debate que suscita, me remito a lo que ellas plantean, porque las prostitutas han tomado la voz y plantean cosas muy distintas. Se atiende a quienes desean dejar la prostituci√≥n y denuncian las mafias que las fuerzan mediante enga√Īo y coacci√≥n a trabajar privadas de libertad y en condiciones pr√°cticamente de esclavitud. Pero desde distintas Administraciones y sectores del feminismo se niega la voz, incluso su propia existencia, a quienes autodefini√©ndose como trabajadoras del sexo afirman que la prostituci√≥n no siempre es producto de la coacci√≥n, que no lo es en su caso y quieren continuar trabajando como prostitutas. Sin dejar de cuestionar el modelo sexual heterosexista y la progresiva mercantilizaci√≥n de cada vez m√°s aspectos de la vida, resulta evidente que no abordar la estigmatizaci√≥n social que recae sobre ellas y defender sus derechos es situarlas en los m√°rgenes de una legalidad donde se produce mayor indefensi√≥n y abusos.
Y por √ļltimo quisiera se√Īalar un tercer tipo de problemas: la deriva discursiva y pr√°ctica de victimizaci√≥n permanentemente de las mujeres (que obviamente no significa dejar de actuar sobre situaciones de opresi√≥n y desigualdad). Me refiero al reiterado tratamiento de las mujeres como sujetos pasivos de la dominaci√≥n masculina, necesitadas de permanente tutela y protecci√≥n. Este enfoque muchas veces va en detrimento de su consideraci√≥n como sujetos activos, capaces, incluso en situaciones tremendamente duras, de desarrollar habilidades para formular sus deseos y exigencias, en base a su capacidad √©tica para decidir sobre su vida. Este discurso que encuentra un particular rechazo entre las mujeres j√≥venes.
8. JUSTICIA SOCIAL E IDENTIDAD CULTURAL
Establecer si las mujeres ganan m√°s con pol√≠ticas en las que la diferencia sexual se hace irrelevante o por el contrario en las que constituyen el fundamento de cualquier propuesta; reclamar medidas espec√≠ficas, proteccionistas, formulando derechos espec√≠ficos o medidas que partan de un trato igual a hombres y mujeres bajo el paraguas de los derechos generales no deja de ser una discusi√≥n pragm√°tica. Las distintas argumentaciones y medidas pueden tener m√°s o menos inter√©s y eficacia para lograr cambios dependiendo de muchos factores: de la oportunidad del momento, d√≥nde est√© situado el debate de partida en la sociedad, la din√°mica de lucha en la que se inscribe la reivindicaci√≥n, y c√≥mo se valora la situaci√≥n de partida de las mujeres. En este sentido no se puede obviar que, tras m√°s de treinta a√Īos de presencia activa del feminismo los cambios logrados en la sociedad y en las propias mujeres no han sido lineales y han generado distintos niveles de autonom√≠a econ√≥mica, sexual y social.
Visibilizar y dar valor al trabajo de cuidados que realizan las mujeres es de justicia, pero si esta afirmación no se inscribe en una dinámica de justicia social en la que se exija la redistribución de los recursos y la responsabilización de los hombres y los gobiernos, caería en corroborar la identificación del cuidado con lo femenino como si fuera algo inamovible. Su sentido no es afirmar la división del trabajo en función del sexo, sino al contrario tratar de desestructurarla.
En un momento dado puede ser viable la exigencia de medidas proteccionistas como son las de acción compensatoria o discriminación positiva en el ámbito laboral (dejo a un lado la discriminación positiva en la representación política pues incorpora elementos que lo hacen más complejo, como la representación de grupo en el terreno de las ideas). Se parte de una situación de desigualdad profunda y prolongada y se enfrentan a las resistencias de un empresariado anti-igualitrista y preconstitucional. A mi modo de ver se trata de medidas puntuales, evaluables y modificables en función de la eficacia y efectos producidos.
Sin embargo y acercándonos a otro tema de actualidad, la defensa de la custodia compartida, al igual que la exigencia de un permiso de paternidad propio por el nacimiento de un hijo o hija, se basa en el objetivo de lograr generalizar lo que hoy resulta una práctica minoritaria: que los hombres asuman la paternidad social, facilitando que la maternidad deje de ser un handicap en la vida de muchas mujeres, condicionando su desarrollo personal en otras facetas personales y laborales, sin por ello lesionar los derechos de las mujeres que por haberse dedicado al cuidado de hijos e hijas se encuentren sin recursos propios ante una separación y por tanto requieran medidas específicas.
Enfrentarse a estos dilemas es un estímulo y plantea nuevas tensiones al movimiento feminista a su práctica diaria, al enfoque de las reivindicaciones, y a su estrategia.
No dar por lógica y natural la unidad entre las mujeres no implica negar la existencia de elementos comunes, supone tratar de articular las diferenciar para ir trabando esa unidad y el diálogo entre las distintas experiencias y prácticas feministas y priorizaruna política de alianzas sobre las propuestas y reivindicaciones que se formulan desde las distintas organizaciones feministas.
Requiere tambi√©n desarrollar pol√≠ticas y discursos que integren el reconocimiento de cierta identidad cultural de las mujeres, la b√ļsqueda de su reconocimiento social en tanto que tales junto con pol√≠ticas de justicia social e igualdad que permitan romper lo que el g√©nero determina, enfrentarse a las desigualdades y discriminaciones que genera la cultura patriarcal, las estructuras sociales y econ√≥micas.
‚ÄúSoy demasiado inteligente, demasiado exigente y demasiado ingeniosa para que alguien pueda hacerse cargo de m√≠ por completo. Nadie me conoce ni me quiere del todo. S√≥lo me tengo a m√≠ misma‚ÄĚ -Simone de Beauvoir
9. Preguntas sugeridas
  1. ¬ŅQu√© es el feminismo?
  2. ¬ŅC√≥mo construir o accionar en conjunto desde la diversidad de los feminismos? Es decir, trabajar juntas aunque no pensemos igual.
  3. ¬ŅQue impacto ha tenido el movimiento feminista en el Am√©rica Latina?
  4. ¬ŅC√≥mo interact√ļa el feminismo con otras luchas emancipadoras? ¬ŅY hasta d√≥nde pueden trabajar en conjunto?
  5. ¬ŅCu√°les son los objetivos del feminismo?
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